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quarta-feira, 26 de março de 2025

DOIS LOBOS.

       Todos temos dentro de nós, dois lobos, dois lados, dois espiritos.

       E oferecemos aos outros aquilo que alimentam, libertam, cultivam, "cativam".

       Sempre ofereço o meu melhor, até que fique claro, que a reciproca não é verdadeira, aí passo a oferecer aquilo que a pessoa deseja, de acordo com o que oferece.

      



Qual você vai alimentar ?

         Eu procuro ser justo, e tratar todos com a mesma justiça e deferência que dispensam a mim, mas espero sempre o mesmo em troca.

          Sim, admito que sou muito reativo, combativo,rude, as vezes aspero mesmo, mas é algo meu que vem à tona quando percebo que estou abrindo mão de mim mesmo.

         Já levei muitos tombos, lidei com pessoas narcisistas, manipuladoras, e fui reduzindo a minha tolerância ao que me desagrada. Sempre agi com justiça em relação as pessoas, nunca coloquei ninguém como "não confiável até prova em contrário", então não recebo bem esse tipo de atitude em relação a mim, porque não "sacaneio", mas entendo que para quem chega agora, quem não me conhece bem, é complicado compreender isso, ainda mais se a pessoa chega com traumas e medos também, e aí a minha reação pode complicar mesmo, longe de ser algo ligado ao ego, é aquela coisa ruim que só quem sofreu uma injustiça, sabe, conhece.

         E acabo ligando o F... literalmente, claro, sei que pode ser uma relação desmedida, mas é minha e para saber só estando na minha pele.

         Podem confundir com ego inflado, egoísmo, etc...   mas na verdade, é a minha reação natural e muito honesta.

         Lido mal com imposições, "ordens", exigências que ponham em xeque a minha conduta, como se a não aceitação das regras significasse que não jogo limpo ou que estou suscetível a tentações de fazer "M" como qualquer um, e como eu sei que não sou qualquer um (até porque não me interesso por qualquer pessoa), acabo reagindo com... uma certa ferocidade admito.

        Mas, aprendo claro, as vezes me arrependo, e sigo em frente, mudar eu mudo, admito que preciso de "atualizações", mas sempre no meu ritmo, velocidade, sem ser empurrado.

       Coisa de gente das cavernas.

       É um dos efeitos colaterais da solitude, se fosse da solidão seria desespero e submissão, mas sendo efeito colateral da solitude, é aquele sentimento de autopreservação, na verdade amor próprio, e amor próprio não é egoísmo.

       Vida que segue, nada é por acaso, e a vida cuida de preparar os esbarrões, os encontros e desencontros, ou reencontros, vai que vem de outras vidas, almas, chamas gêmeas (aprendi à respeito à pouco tempo).

      E sigo pensando... "qual dos lobos estão alimentando ?" quando  a vida promove encontros e desencontros.   

     Como todo lobo que vive sem alcatéia, que vive só, que caminha só, qualquer aproximação precisa ser cuidadosa, pensada, equilibrada, que me desculpem aqueles incapazes de compreender isso, mas uma coisa eu garanto, quem alimentar o lobo certo, terá sua lealdade e defesa mais ferozes sempre.

     A solitude tem dessas coisas, ficamos mais duros, as vezes parecemos insensíveis, complicado, mas... é assumir os efeitos colaterais disso,e seguir em frente.

     Aos que cruzaram meu caminho e viram meu lado mais combativo, sem que merecessem isso, peço desculpas, aprendendo sempre.

    
   


sábado, 3 de fevereiro de 2018

CARNAVAL... PEGAÇÃO OU PREGAÇÃO ?

Ph... ácido!


Carnaval... tá.

E o restante do ano ?


1º-Quem me conhece sabe que não sou machista, então "chororô" e "mimimi" não cola !

2º-Quando cutuco a ferida, cutuco de todos os lados, então senta que lá vem o textão que certamente vai incomodar.

É isso mesmo, um "textão", que tenho certeza ao ser lido, vai fazer você pensar " Ahhh fulana(o) deveria ler isso!".
" Não tem como saber quem é quem, sem ouvir, observar, conhecer, as máscaras caem diante de quem é de verdade, diante da maturidade ".

Certo, então a campanha do "não é não!" está nas ruas, perfeito e apoiado !


Mas sejamos francos, sinceros... tem mulher que assedia homem também, inegável, pois tem gente que acha isso "moderno" ( que fique bem claro, existe sim uma diferença entre ser conservador e ser machista, só mau intencionados(as) não veem ), eu considero apenas incômodo ou "chato" quando extrapola certos limites.


É sexy uma mulher que diz o que quer ? Sim... com certeza, mas tem hora, lugar e meios para isso, quem chega querendo... "causar", realmente causa... uma péssima impressão, principalmente naqueles que tem uma certa maturidade ou discernimento, e que passaram da fase da quantidade, e admiram mais a qualidade.


E quanto aos caras "chatos" ? Claro que são esmagadora maioria, envoltos no machismo que os faz pensar "carnaval chegando vou pegar geral", ou então, que passam o ano de olho em toda e qualquer oportunidade de "pegar" alguém.


Nada mais chato do que aquele cara que espera a menina passar, pega pelo braço e fica insistitndo em "conversar", insistindo naquele papo de "deixa eu te conhecer"... à meu ver o assédio começa quando após receber um "não", o cara insiste, fica seguindo, encarando, "pegando", puxando assunto, quando na verdade não há assunto alí, afinal, os dois sabem o que é isso,e quando a insistência passa do limite, quem vai dizer " era só para fazer amizade?", Nem na cracolândia no meio da maior nóia caíriam nessa.

Tem "mulheres" que gostam, que se sentem desejadas, que se acham no topo da cadeia alimentar local, mas que não percebem que na cadeia alimentar alí, naquele momento e circunstância são parte do buffet.


E tem as mulheres de verdade, que se abordadas com educação, e quando proporcionam a abertura, deixam falar, já "sacam" em poucos minutos qual a real intenção,e qual o tipo que está alí.


E aí... para a mulher de verdade... "NÃO É NÃO!" respeite Zé Roela, aliás respeite todas! Pois mesmo as que se deixaram levar pelo papinho, tem todo o direito de mudar de idéia no meio do caminho... fica a dica .

Mas e para aquelas que ficam com as amigas, admirando aqueles que estão dentro dos padrões das revistas de adolescentes, ou que lembram o cara do filme, que estão dentro do padrão... "fitness" ( nada contra, mas transformar em base para qualquer coisa a embalagem... hum... ), e que buscam a aprovação da torcida, bem estas entram no "meme" do quadro abaixo, se o Brad Pitt pega pelo braço... é cantada, se um cara digamos... "normal" chegar perto e fizer o mesmo... pronto! 
Assédio e se o cara peguntar o nome corre o risco de ser taxado de algo pior.

Quem nunca viu isso que atire o primeiro frasco de óleo de peroba. ( cara de pau )

Dica para os amigos.

Ela chamou a sua atenção ? Parece ser interessante ? Não faz questão de "causar", é discreta, não precisa rir alto, gritar, agir como adolescente arrastando as amigas pelo páteo da escola para cochichar, enfim... após observar tudo isso, observar como ela se desvencilhou dos "grudentos" sem noção, aproxime-se.

1º Não toque... ela não é touch screen.


2º Mesmo se o lugar for barulhento evite colar no ouvido dela para falar.

3º Não ignore as amigas dela, isso é falta de educação.

4º Se ela aceitar a sua aproximação e começar uma conversa, evite ficar olhando as outras que passam, ou ficar acenando para todo lado, está interessado ? Demonstre.


Nem tudo é "SIM" ou "NÃO", nada daquele "vai lá... 50% você já tem, é sim ou não".

Se você é adepto da qualidade, vai observar aqueles pontos que citei acima, e certamente não saiu de casa pensando "hoje eu vou me dar bem... " porque quem sai de casa pensando assim, jamais vai notar uma mulher de verdade e muito menos saber lidar com uma.

MULHERES.

Lembrem-se, nem todos são iguais ( quem diz que são deve ter experimentado muito hein?! )! 


Dedo podre ? Sendo bem sincero não deveria ser considerado assim, afinal, errar é humano, mas repetir o erro... significa que quem está errando é quem reclama do dedo podre, talvez seja a hora de rever conceitos, quem sabe ? 


Eu... depois de um tempo "pulo" o carnaval, ou seja... fico na minha da sexta feira até a quinta feira pós cinzas, mas para quem vai pular no carnaval, respeito, leveza, bom senso, porque amor de carnaval sobe a serra, desce, floresce... quem sabe ?

E lembre-se "NÃO é NÃO!".

E para comprar a briga, como fica o assédio de mulheres sobre mulheres e homens sobre homens ? A rejeição seria discriminação ? Deixa de ser assédio ? Porque mulher travestida de homem, não é homem, e homem travestido de mulher, não é mulher.


domingo, 2 de novembro de 2014

CRÔNICA DA PROJEÇÃO... O IDEAL E O REAL.

         Projeção... eu costumo dizer que a projeção, é o primeiro passo para a decepção.

         Aliás, pelo que vejo, ouço, pelo que eu mesmo já vivenciei, a "projeção" é um denominador comum aos casos de desilusão, ao popular... "quebrar a cara".

          Uma amiga minha, que conheço desde a adolescência, sentada comigo em um bar perto de onde eu morava, me contou a experiência dela com a malfadada "projeção", comentei com ela que seria um tema interessante, mas claro, sem revelar nomes, datas e lugares, o que ela achou interessante, pois como ela mesma disse... "as vezes pegamos algo para ler de maneira desinteressada,e ali surge uma solução, a luz no fim do túnel, ou simplesmente a ligação correta entre perguntas e respostas.
             Sempre originado de um olhar de fora.

             Ela... bonita, sempre bem vestida, nada pesado demais, mas sempre... algo que servia de complemento, uma mulher bonita mesmo, na acepção completa da palavra, por dentro... e por fora.

               Começou um relacionamento com um rapaz mais novo, apenas alguns anos é verdade, creio que uns  cinco ou seis no máximo, mas que aos olhos das amigas, era uma massagem no ego. ( E quem seria capaz de negar que ter o ego massageado de vez em quando não é bom? )

               Ele sentia ciúmes, afinal ela mulher feita, cabeça feita, bonita, realizada profissionalmente, e ele estudando, buscando seu espaço, isso gerava uma certa insegurança.
              Mas ela também sentia uma certa insegurança, ele rapaz novo, bonito, cheio de amigas, dizendo que gostaria de algo mais sério, mas ao mesmo tempo sempre olhando por cima do ombro para ver o que estava perdendo.
                Algo que seria difícil de não notar.
                Brigavam, vinha o rompimento, depois se reaproximavam, reatavam, novas juras de amor, e voltavam a rotina de novos desentendimentos.
                 Eis a palavra chave... "rotina".
                 Em determinado momento... ele pensando em garantir mais um "fôlego" na relação, decidiu que deveriam assumir o compromisso de maneira mais séria, mas... a mesma velha rotina cruel se reiniciava, ela projetava que "agora acredito que será diferente"... ele prometia que seria diferente... e assim seguiam até que ela parou e fez o que era de se esperar de alguém com mais experiência, com mais maturidade.

                 Ela percebeu que estava "projetando" seus sonhos em alguém que não queria mais do que aquele relacionamento ioiô.
                   Decidiu pôr um fim àquele comensalismo que mais estava para um... parasitismo, admitiu que no começo foi difícil, que fica aquela sensação de vazio... mas aí perguntei para ela;

                  - " É uma sensação de vazio porque sente falta da companhia, ou porque estava acostumada já com este tipo de relacionamento ? ".

                   Era mesmo o segundo caso.

                   O que ela fêz ?

                    Respirou e deu um fim aquilo, foi difícil mas depois quando encontrou alguém com maturidade mesmo, percebeu o tempo que perdera,e que na verdade daquela experiência ficou uma única lição e lembrança, de que ela perdeu tempo e esperou demais de quem queria menos, ela sonhou com uma situação que só era interessante para a outra parte em determinados momentos.

                   Situação complicada... mas muito comum, muitos homens tem mesmo essa... "pegada" de criar o vínculo, para a cama, os bons momentos mas não para o lado de realmente dividir com alguém, e quando chegam ao cúmulo de sugerir que a relação atinja outro nível,  é apenas um meio de  garantir que a pessoa, fique alí na "despensa" para aqueles momentos sem programa melhor.

                  Mas isso aplica-se tanto à homens quanto à mulheres... o importante é valorizar-se e mais ainda... valorizar o próprio tempo, pois este não volta, nunca com a mesma intensidade ou com muitas das oportunidades que possam ter surgido ao longo do caminho.

                   

sexta-feira, 21 de março de 2014

FECHADO PARA BALANÇO ?

     Fechado para balanço... será esse o termo correto?

     Em uma conversa regada à um bom vinho com uma amiga ( amiga apenas ,diga-se de passagem namorada de um amigo meu que não bebe vinho mas que estava presente ) ouvi a pergunta cada vez mais recorrente, já falei à respeito aqui anteriormente, mas agora parece que existe uma campanha sobre o tema.

      Conversa vai, conversa vem, e eis que surge a pergunta; "Téo, nós sabemos que você já teve seus rolos por aí, que você é bem discreto, não faz propaganda se sai com alguém, mas não sente falta de namorar mesmo? De alguém para dividir o tempo, as coisas?".

        Hum... pergunta interessante... mais um gole de vinho, e lá vamos nós... de novo. ( E o olhar  curioso e inquiridor do casal de amigos, mais dela, ele sorriu e fez aquela cara de... "ah se vira, mulher quer saber tudo")
         Neste momento sempre me vem à mente o que é rotineiro neste tipo de situação, alguma amiga dela que ela acha que teria um "Santo" compatível com o meu.

           Então, vamos responder por partes  a pergunta.

           Rolos ? Claro, quem não teve ? Afinal, estamos em movimento constante, e acabamos por esbarrar em pessoas interessantes, em pessoas que chamam nossa atenção, no meu caso, que me chame a atenção  por suas atitudes, pelo caráter, pelos valores.
             Isso não é ser seletivo... isso é valorizar meu tempo,e o da pessoa em questão, sair com alguém por sair, para fazer número, não faz parte do que eu sinto ser o certo, acho que é uma questão de respeito também com a pessoa, pois não vou perder o tempo dela, e espero que isso seja recíproco.

            Quanto à ser... "discreto", eu acho que estar com alguém, sair com alguém, não deve ser um evento, ainda mais se for um primeiro encontro,e ainda que seja o único, ou o primeiro e último como queiram, deve ser marcante par ambos se for bom, e se for marcado pelo jogo limpo e pelo respeito, não tem como não ser bom, que fique ao menos uma amizade ou uma boa lembrança, por isso, propaganda por sair com alguém, não faz parte do que eu acredito ser uma das bases do respeito. Além disso, é um encontro para aquele olho no olho, para ver... para sentir. É para ir além da superfície.

                 A parte do "sentir falta de namorar, de estar com alguém para dividir o tempo", eu não posso ser hipócrita e dizer que não sinto falta, que não gostaria, mas eu preciso ser realista, eu preciso ser verdadeiro comigo mesmo. Não sou mais um garoto, um moleque que quer sair "ficando" com todo mundo, ou fazendo número, quantidade significa solidão, qualidade significa que eu sei o valor do meu tempo e do tempo dos outros. Tenho filhos, tenho uma história, tenho as minhas responsabilidades e tudo isso faz parte de mim, então não posso me preocupar em ter o ego massgeado.
                     E um dos filtros mais interessantes que eu tenho em minha vida, são meus filhos, que sem saber, afastam as pessoas imaturas, aquelas que pensam que estar com um homem que já tem filhos, significa ser "mãe", e garanto que fica longe disso, afinal mãe eles já tem, mas é questão de maturidade mesmo ( maturidade, que independe de idade fique bem claro isso), pois até para aproximar alguém deles, eu levaria muito, mas muito tempo mesmo, e para mim este é um dos diferenciais em alguém, como disse antes, não admito perder meu tempo, nem o de ninguém.
                 
                  Eu sempre digo que não procuro por alguém, não procuro alguém em especial, mas eu deixo os encontros acontecerem, deixo a vida trazer estas pessoas com quem já tive contato, que conheci, que fizeram ou que ainda fazem parte da minha vida. 
                   Eu sempre digo que nada é por acaso, que o acaso é resultado do descaso, que devemos prestar atenção aos sinais, e eu sei que muitas vezes ignorei os sinais, afinal, quem nunca os ignorou? É a velha questão da zona de conforto.

Porquê acelerar as coisas?
Deixe acontecer naturalmente.


                  Não estou fechado para balanço... mas eu acho que está mais para uma "auditoria", sabem como é, nesta vida somos todos aprendizes, estagiários, e as vezes é preciso uma auditoria para ver o que o estágiário tem feito na vida, o emprego mais complicado que há, onde precisamos matar um leão por dia.

                  Encontrar alguém, já falei à respeito, e só posso dizer o seguinte, não sei se já encontrei, se vou encontrar, nem sei se os sinais já surgiram ou não, só sei que com os "indícios" do dia a dia, dos encontros e desencontros, o melhor é deixar acontecer naturalmente.
                  E quando eu me interesso... eu deixo claro, eu não deixo de olhar além da superfície mesmo.

                  Depois desta resposta... acharam melhor abrir outro vinho... e eu também.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Elas por eles... ao longo dos anos.

     Encanto, atração, magnetismo, carisma, "bater o santo", cada um vê ou pensa de uma maneira, mas não podemos deixar de admitir... acontece.

     Mas para o homem ( a visão que posso tentar passar ) existe uma visão para cada época da vida.
     Claro, como sempre é algo bem pessoal, certamente muitos não admtirão, outros rogarão suas pragas, mas longe de querer ser o dono da verdade ( até porque estou muito longe de algo parecido), é apenas a minha visão, mas se pararmos para observar... ou prestar mais atenção aos fatos, talvez identifiquemos alguns tipos, lembrem-se a maturidade não é sinônimo da idade.

       Na adolescência...

       é um corpo, é um sorriso, é ouvir que determinada "menina" é a mais bonita, a mais difícil, a... mais.
           E aí fica aquela vontade de ser o... "mais" também, o "cara" que namora com a menina mais bonita, mais popular, mais desejada... e quem pode negar isso? 
          Vejo como o "status" da auto afirmação.

       De repente... chegam os 18 anos...

       e com a idade a habilitação, a maior liberdade, a maior responsabilidade ( ainda não tão bem compreendida), e claro o acesso a outros lugares, é um outro nível, e surge um encanto repentino com a mulheres ( sim mulheres, pois elas amadurecem antes) um pouco mais velhas, entre 20 e 25 anos, elas são o novo desafio, mulheres com ares de menina,mas com aquele algo mais... é "jogar" na liga principal, é a "Champions League" das relações.

       E chegando aos vinte e poucos...

       percebe-se que nesta idade as meninas mais novas encantam-se com a sua "experiência" e aí vemos aqueles casais, ele quase seus 25 e ela mal completando seus 17... e as vezes muito mais madura do que ele.

       E quebramos a barreira dos 30...

       nesta fase poucos admitem mas a idade que veem como ideal, é sempre uns 5 anos mais nova ( a mulher ), querem ainda o frescor da juventude delas, com a experiência... ou seja um pouco de desejo ainda dos resquícios do final da adolsecência.

       E passados os anos... a barreira dos 40.

       E chegando neste ponto ocorrem certas mudanças, principalmente na maneira de ver as coisas, as "meninas" de vinte e poucos se encantam, as "mulheres" de 30 veem com certa ressalva pois elas prefrem alguém na mesma faixa etária,e as que quebraram a barreira dos 35... bem estas tornam-se normalmente companhias perfeitas, indiscutivelmente... sabem que são mulheres,e que cada ano à mais, siginfica mais carisma, mais magnetismo, mais, atração... enfim, muito mais do que os olhos veem, e menos do que o coração sente.

        Claro é um olhar muito pessoal, cada um pode ver de uma maneira, e admito que gostaria de saber como uma mulher vê tudo isso nestas fases da vida... uma coisa eu sei, ou aprendi com o tempo de praia, nem todas amadurecem, nem todas são mulheres de verdade, e como eu já o disse anteriormente, respeito todas, cada uma à sua maneira, mas admiro mesmo as de verdade.

        E reforçando... " idade não é sinônimo de maturidade, conheci mulheres de vinte e poucos mais maduras do que muitas de quarenta... e tenho certeza de que elas também conheceram homens na mesma situação... a maturidade é reconhecida pelo reflexo dos seus atos...".


              Vá sempre... além da superfície. ( vale para ambos )

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

PERDER O ENCANTO... ( O QUE SIGNIFICA NA RELAÇÃO )

     Encanto... sabia que é uma condição? Um sentimento que se acaba?
           Mas como ele se acaba?
           É possível reconquistar, retomar o... encanto?

           Todos tem suas teorias, e eu claro, tenho a minha, de como ele se vai e de como é complicado recuperá-lo.

           Chamo a minha teoria de;

           Teoria dos 10%.

           Imagine que existem dez coisas, que são capazes de dilapidar, de aos poucos sabotar uma relação.
           Vamos imaginar, que à cada um destes pontos que se perde, retiramos 10% de encanto.

          Mas quais seriam estes dez pontos capazes de minar o encanto?
           Quem costuma acompanhar minhas postagens, sabe, e sabe também que existem certos pontos que sempre pesam em qualquer relação, então, talvez fora da ordem que você imagina, vou elencá-los. Sempre de acordo com o que costuma surgir em uma ordem cronológica, dentro da relação.

       - Agir de maneira diferente perante os amigos,e perante a pessoa.

        - Controlar demais, cercar, querer seguir os passos da pessoa.

         - Ciúme desmedido, e infundado.

         - Falta de diálogo.

         - Falta de respeito.

        - Explosões de mau humor, "descontar" em cima da pessoa suas mágoas, frustrações e problemas.

          - Faltar com a verdade

          - Não ser leal

          - Egoísmo

           - Trair...       .

           À cada ítem, vamos retirando 10 % do encantamento, do encanto com a pessoa... até que acaba.

          E quando existe realmente aquele amor, quando existe o companheirismo, quando as coisas aconteceram naturalmente, as chances do encanto ser mais... "elástico" são muito maiores.

         E quando digo "mais elástico" não quero dizer submisso, complacente, mas sim... verdadeiro em sua essência.

         Quando a convivência começa e ocorre aos poucos, quando é gradual, quando as descobertas são graduais, quando se vai aprendendo e compreendendo o jeito de ser do outro, quando tudo isso vem atrelado ao respeito, ao diálogo, ao jogo limpo, ao sentar e conversar sobre o que incomoda, o que deixa aconvivência pesada... quando existe isso, as chances são muito boas.

         Mas claro temos a contrapartida... sempre.

        Quando as etapas são queimadas, quando a convivência torna-se "maciça", desde o início, sempre com base no famoso... "amor à primeira vista", ou aquela máxima de que... "se existe química porque não?", bem neste caso... não vejo muitas chances de elasticidade na hora de pesar e salvar o encanto.

        Tudo tem sua hora... encantou-se com alguém? Está encantado(a) por alguém? Ótimo isso é muito bom, e se está sendo correspondido, melhor ainda, mas lembre-se... adultos, sabem que o tempo é precioso, não aceleram, não colocam a carroça diante dos bois, e claro... se o tempo juntos é escasso, ou complicado, dão mais valor ainda aos momentos que podem compartilhar.

       Mas como sempre, o que vai determinar isso, é aquela coisinha chamada... "maturidade". ( e maturidade independe da idade, mas sim da atitude sincera)

       Vários outros fatores podem contribuir para acabar com o encanto, diferenças profissionais, de atitude, realidades econômicas diferentes, e querendo ou não todos nós já "pisamos na bola", já deixamos à desejar em algum momento, já falhamos com alguém que amamos.
       Por essas e outras é que junto com a maturidade chegam aqueles pensamentos do tipo... "se eu tivesse agido diferente", "se eu tivesse a maturidade que tenho agora"... vários... "se".
      Ainda bem que é vivendo que se aprende.

       Recuperar o encanto, é complicado, está atrelado a reconquistar a pessoa, e aí, pesam todos os tópicos que citei lá no começo ( dentre muitos outros que não citei),o importante é jogar limpo sempre.

       O importante é lembrar daquela coisinha , muito importante em qualquer relação.

       O AMOR PRÓPRIO.

       

sábado, 17 de agosto de 2013

RELACIONAMENTO... É COMPLEMENTO

RELACIONAMENTO... COMPLEMENTO.

E de repente... surge uma pessoa que “mexe” com você, que “balança” o seu mundo, que faz você deixar na rede social aquela perguntinha... “será”?
Mas você chega com seus sonhos, sua realidade, seus desejos, e esta outra pessoa também.
E agora?


O relacionamento não deve ser uma barreira, um obstáculo, um entrave. Cada um chega na relação com uma realidade diferente, com um histórico, com um passado, sonhos, metas, desejos.
O relacionamento maduro, vai garantir a compensação de tudo isso, do tempo, do espaço, e é o que garante a qualidade da relação.
Existem sim, vários  ingredientes que fazem da relação um porto seguro... ( ao menos é o que se espera) como por exemplo, a lealdade, a sinceridade, o jogo limpo, a amizade e a cumplicidade.
E no final, ao misturar estes ingredientes, teremos uma relação em que sonhos e metas são comemorados, são celebrados e tornam-se conquistas de ambos. E existe coisa melhor do que isso? Saber que alguém compartilha do seu sentimento de realização?


                      DESPEDIDA... CHEGADA...

Existem casos nos quais a pessoa, devido as exigências e particularidades de sua vida profissional, tem seus horários e  rotinas, que fogem da realidade de muitos... e infelizmente para algumas pessoas, isso parece ser um entrave.
Mas... ( falando por experiência própria ), o importante é saber dar qualidade aos momentos juntos, e principalmente,  apoiar os sonhos da pessoa que está com você.
Talvez esta profissão seja o fruto de um sonho, seja uma realização pessoal, e o melhor, algo que a pessoa faça por prazer, então... porquê ser um entrave?
 Em uma relação madura, devemos somar, e nunca dividir ou subtrair, nunca “pesar” de maneira contrária.
Mas apenas algumas pessoas sabem e conseguem valorizar isso, e quando isto ocorre... beira a perfeição,e não devemos nos esquecer que ninguém é perfeito.

É complicado, é difícil, muitas vezes bate aquela vontade de uma rotina normal, mas... em uma relação madura de verdade, normais devem ser os bons momentos juntos, aproveitar o tempo que pode garantir aquele “olho no olho” e viver o momento da melhor maneira possível.
Distância, tempo... se amizades sobrevivem à isso, um amor verdadeiro também é capaz de sobreviver.
Aquela velha história de “carência”, de estar sentindo-se só e que abre as portas para uma possível “traição”, não passa de uma mera desculpa, e deixa claro apenas, que o que esta pessoa chamava de amor, não era mais do que o “habito”, o “costume” de estar com alguém... e que   infelizmente só garantiu à um dos lados, o tempo perdido e o desperdicio da energia empenhada na relação.


O relacionamento deve ser um complemento, deve ser o que preenche aqueles momentos nos quais, ambos sentem-se bem e realizados, por estar com alguém que corre atrás dos sonhos, que os realiza, ou que vive a realização de um... é um “sentir-se” feliz pelo outro, por saber que o outro... vive algo que lhe satisfaz. E nada melhor do que ser um complemento disso, qualquer coisa diferente deste sentido, tem nome... aliás um nome bem simples e que não combina com uma relação verdadeira e madura... o nome? Egoísmo.

O relacionamento complemento... soma sonhos, soma desejos, soma tempo útil, soma momentos, soma breves instantes, soma... sempre.

Então, se você está naquele momento de perguntar a si mesmo(a)  “será”?

Pare, pense, e tenha em mente que você tem sim o direito de ser feliz, se não pode ter dias ou horas na proporção ou quantidade que desejaria... seja feliz pelos minutos, pelas oportunidades, pelos instantes de presença... e na duração destes instantes, dê o seu melhor, aproveite o instante, eternize os momentos com verdade e o seu melhor.

Muitas pessoas entregam-se a futilidade e as relações banais, principalmente se acreditam que sua vida profissional, não é compatível com uma realidade emocional, social... e pensar assim, agir assim, é errado, basta olhar nos olhos e ao invés de ouvir ecoar na cabeça o... “será?”, deixar ecoar no peito o.. “porquê não?”


É o eco da maturidade respondendo as suas perguntas na beira do abismo, aquele abismo que você em muitos casos imagina ser mais profundo e intransponível do que realmente o é.
Porque... de repente, alguém pega na sua mão e aí atravessar este “abismo”, pode ficar mais fácil do que você imaginava.
Na duvida? Olhe nos olhos... preste atenção nas palavras... jogue limpo, seja leal e deixe seus instintos te guiarem.
Na pior das hipóteses... você fica mais experiente, ou de repente... vive a sua vida de maneira mais completa.

Quem sabe?

segunda-feira, 24 de junho de 2013

QUANDO A VERDADE / IDADE... DÓI.

     Ninguém sabe o quanto dói uma saudade, até que a sinta, até que a mesma se faça presente... na ausência.

     Não existem verdades absolutas, mas esta é inegável.

     A idade dói... e eu vejo isso de perto, dói porquê transforma-se em saudade, em lembranças de um tempo que não volta, mas que fez parte da vida de quem propiciou a nossa presença aqui, dói... porquê perde-se o título de cidadão, de pessoa produtiva, dói porquê o que foi produzido, no final é visto apenas como o "espólio".

     Porquê os idosos são tão abandonados? Porquê os idosos são vistos como um "fardo", isso para mim tem nome... "falta de consideração", poderia dizer também... "falta de respeito".

     Porquê o contato com eles é escasso? Porquê a convivência é evitada? Porquê ao invés de pensar em melhorar a qualidade de vida deles alguns dizem... "não vai durar muito... não adianta preocupar-se", como é possível isso?


      Pessoas que  dedicaram tantos momentos aos mais novos, a criação, aos cuidados, e que ao chegarem em determinada idade ou situação física ou emocional, passam a ser o tal... "fardo".
      O abandono não é só financeiro, social, é emocional,e isso pesa muito, basta num exercício de humildade, colocar-se no lugar destas pessoas, e imaginar que toda a sua dedicação, todos os cuidados, as alegrias, as tristezas, a convivência, as lições... ficam relegados a segundo plano, e que você de repente começa a ser tratado como parte da mobília, e que seu futuro... é apenas o nome na capa do inventário.
       Poucos são capazes de parar e botar a mão na consciência, de olhar para aquela pessoa, ali quietinha, e relembrar de sua altivez, de quando ela fez das tripas coração para que você estudasse, para que você tivesse as oportunidades certas, ou que simplesmente evitasse que você tropeçasse sem parar,  até o limite de suas forças.

       Envelhecer já é difícil, envelhecer com dignidade é mais difícil ainda, mas envelhecer sem o carinho das pessoas que foram o bem maior destes agora idosos... é realmente o fim dos tempos.

          Em todos os momentos, em cada época surgia uma dificuldade,e da mesma maneira que hoje o tempo de alguns é escasso, o deles também já foi,e ainda assim dedicaram-se, cuidaram, e abriram mão dos momentos de descanso... consideração e respeito, sempre.

      A presença, o toque, o respeito... eles não precisam pedir, quando existe uma coisinha chamada "consideração", que vem atrelada a muitas outras como... gratidão, lealdade, amor... quando isso existe, é natural.

      Que a hipocrisia não se faça presente entre aqueles que leem e por algumas horas ou alguns dias, demonstram sua "preocupação", isso é pior do que simplesmente deixar de lado como muitos fazem, pois é falso,e  falsidade nesta altura da vida,eles podem dispensar.

      Muitos choram depois aos pés do leito quando estas pessoas partem, choram ao lado do caixão, mas não choram por remorso, por terem esquecido de quem lhes trouxe tantas lições, e ainda que nem toda tenham sido boas, elas com certeza, lhes mostraram o caminho à seguir. Estas pessoas vertem lágrimas... porquê é um evento social e este é o esperado, além da preocupação com o espólio.

      Mas fica a pergunta... " e os que agora acham que é perder tempo preocupar-se? Que o fim deve ser breve mesmo então...   ?", será que estes pensam que este é o futuro deles também? Ou de maneira abnegada e altruísta cometerão suicídio para "poupar" as novas gerações do que eles próprios consideravam um... "incômodo"?

      Não adianta correr para afagar os cabelos brancos, segurar pela mão e dizer que ama, que sente falta... quando chegar a hora.
      Todos nós podemos abrir mão de nossos momentos de lazer, de momentos que ainda se repetirão no futuro, de momentos que serão tão efêmeros e fugazes em meio á tantas outras lembranças, que não farão sentido, e que jamais farão tanto sentido quanto a vida de quem se desdobrou por você, por mim... por todos nós.

       As mãos trêmulas que você vê agora, as marcas profundas do tempo, os sinais de senilidade, os lapsos de memória... nem sempre foi assim, pois as preocupações, os cuidados, as noites em claro, o carinho e tudo o que estas pessoas fizeram, estão aí dentro de você, de mim, de todos nós... fazem parte do que somos,de quem somos e isso, reconhecer isso, não é só respeito, é caráter.

       Que me perdoem os que não compreendem nem tampouco concordam com minhas palavras, existem momentos nos quais a emoção escreve e a razão torna-se apenas um... aríete, tentando derrubar as portas bem reforçadas da indiferença, da falta de consideração e respeito, que muitos demonstram hoje em dia pelos idosos, em todos os lugares, em vários lares.

      Sinto falta do meu avô, e já sinto falta da minha avó  ainda que presente, em determinados faz-se ausente,e que  ao observa-la olhando ao longe ou para o vazio, imagino-a lembrando de seus tempos de menina, de professora,e das "dezessete primaveras" (segundo meu avô em uma carta endereçada a ela)que encantaram meu avô quando se conheceram.

       Um dia todos nós passaremos por isso... pena que poucos tenham a consciência disso.

       Rogério Marques Gonçalves.
              filho...
              neto...
              fui bisneto...
              tive a honra de ser tataraneto...

     

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ERRAR É HUMANO... E INSISTIR NO ERRO? ( Relação complicada? Porquê? )

      Erros e mais erros... ou seriam... equívocos?

   Ou melhor, será que não é falta de atenção mesmo? Atenção aos sinais? Ou... falta de coragem, de sair de uma zona de conforto que serve apenas para... garantir mais dores de cabeça?

     As pessoas postam na rede social, diretas e indiretas, desejos e frustrações, mas nada, absolutamente nada supera os chamados "erros do coração", será que é ele mesmo que comete os erros, ou a comodidade de não compreender os sinais, de não ter coragem de mudar?

       Postagens que dizem...

       " cansei de sofrer por quem não me dá valor "

       " não vou investir em algo que não tem futuro "

       " decepção não mata, ensina "

       entre outras coisas do gênero, só deixam claro que a recorrência no erro é comum, é o usual. ( neste caso... reclamar não é  uma das opções disponíveis )

        Então ficam no ar aquelas perguntas que não saem da cabeça.

        Se a decepção é uma constante ( profissionalmente, socialmente ou no âmbito amoroso ) sejamos claros, será que você não está insistindo no erro?

         E surge outra pergunta... porquê?

        Como sempre, vou deixar uma opinião pessoal, uma visão particular, espero claro que critiquem, comentem, contestem, ou até concordem comigo, afinal, quem pára e observa acaba vendo além da superfície.

          Afinal, porquê ocorrem estas frustrações? Sejamos práticos, para não dizer, pragmáticos.
           O "status" social, as aparências, a futilidade de estar sempre em evidência mesmo que seja em detrimento do conforto emocional pessoal, supera em muitos casos a linha tênue que sustenta o amor próprio.

            Vejo pessoas insatisfeitas com seus empregos, mas sem coragem de realmente mudar, arriscar, buscar uma mudança, mudança esta que podem incluir até mesmo uma mudança física ( mudar de cidade, estado e até país por exemplo). É a acomodação profissional, a que gera frustrações e trava a vida social e emocional. 
            Será que vale o preço?


            Vejo pessoas que não sentem-se à vontade no meio social, no grupo no qual estão inseridas, mas que por comodidade ou insegurança, acabam por "forçar" uma convivência em um meio que as sobrecarrega, espiritualmente, socialmente, emocionalmente,e ficam mais algumas perguntas... será que vale à pena? Será que estas pessoas precisam mesmo do grupo? Do bando? Da... alcatéia ? ( lembrem-se sempre haverá alguém no bando que tentará subjugar e manter os outros sob seu domínio,e isso, é inaceitável.)

            E chegamos ao lado emocional, afetivo, o lado ligado ao que chamam de... "amor".

              Frustrações recorrentes? Sempre envolvendo-se com pessoas que no início parecem acrescentar mas que depois mostram-se... "sangue sugas"? 
                  À meu ver, é o cúmulo da falta de amor próprio, de opinião própria, de maturidade. Envolver-se sempre com os mesmos tipos só deixa claro que;
                 - frequenta o meio errado...
                 - busca o tipo errado...
                 - preocupa-se com a opinião dos outros...
                 - não vai além da superfície...
                 - busca o ter...
                 - não preocupa-se com o amanhã...
                 - julga pelas aparências...
                 - não consegue concordar com nenhum dos itens acima.

                No quesito mais extenso... que é o relacionado ao amor, nas relações, ninguém pode negar que é uma constante observarmos, que quando alguém diz que "só encontra os tipos errados", ou que "tem dedo podre para relacionamento", apenas tenta justificar o fato de que não olha para os lados, na verdade não cogita algo fora do estereótipo que julga ideal,e geralmente ligado a aparência, sim a aparência, pois são pessoas incapazes de ir além da superfície.
                Quando estas pessoas aprenderem que na balança devemos pesar o que conta á longo prazo, e não o que encanta a curto prazo, o investimento será certo, será perfeito, ou no caso poderá beirar a perfeição.
                     A satisfação do momento... não compensa o tormento no futuro.( reveja a primeira balança )

                       O fiel da sua balança deve ser sempre o bom senso, o que vai equilibrá-la é o amor próprio. (pense nisso)

        

       
       

      

      

quarta-feira, 22 de maio de 2013

VOCÊ É SEXY... OU SEXO ??

      Você é sexy... ou sexo?

      Pergunta estranha? Creio que não, afinal extraí do mundo feminino, dos comentários que ouço por parte de muitas mulheres que conheço, e que realmente são... mulheres de verdade.

     Muitas mulheres dizem que os homens estão cada vez mais frios, ou temendo um envolvimento, porque muitas mulheres simplesmente agem de uma maneira, que denigre todas as outras.

    Tornou-se pacífico segundo elas, que a grande "oferta" de noites de prazer, momentos de sexo fácil e rápido, e principalmente a falta de fidelidade de muitas, faz com que os homens não queiram compromisso por algumas razões que podemos elencar abaixo... tais como;

- sexo fácil...
- sexo sem compromisso...
- facilidade em arrumar companhia por uma noite...
- disputa entre as mesmas, que oferecem o que imaginam ser o suficiente para que sejam desejáveis. ( mesmo que seja sexo fácil e de maneira equivocada).

     E então, olhando ao redor, em muitos lugares aonde a bebida, o ambiente, a situação podem ser favoráveis, fica realmente fácil reconhecer quem é sexy naturalmente, e quem é... sexo.

     A mulher de verdade, que eu não me canso de exaltar, pode ser... sexy, atraente, magnética... aquela difícil de não notar, mesmo sem decotes profundos ou mostrando muito, é uma questão de atitude, aquela leveza que as mulheres naturalmente verdadeiras possuem, e que nos fazem virar a cabeça quando passam.

         Estas são vistas como... mulheres, isso é sexy.

        " A mulher... verdadeiramente sexy, antes de ter seu corpo tocado, terá seus cabelos acariciados, e o homem que a reconhece como mulher de verdade, não será afoito, ele vai respeitar a raridade que tem em sua frente... uma mulher de verdade"( T.Marques) 

      Aquelas que chegam, ainda que discretamente vestidas, mas com a atitude errada, não são vistas como sexys... mas sim... como sexo.

     E aí separamos quem tem atitude de quem não tem... a mulher vista como "sexo", não compreende que "falta de respeito"... não é "pegada".

      E como diz-se popularmente... "quem fez a fama... deita na cama" ( ou vice versa concordam? )

        " A mulher vista como... sexo, em um momento mais íntimo, em qualquer situação que propicie uma certa privacidade, não terá seus cabelos acariciados, seu rosto tocado com ternura, o alvo das mãos neste caso... sempre será o decote, e todos os lugares que estão expostos, equivocadamente, ou não"( T.Marques)

       Ainda que a mulher "sexo", tenha a atitude errada, se ela tem a sorte de encontrar um homem de verdade, se ela é uma ótima amante ou não, isso ficará ali entre os lençóis que podem testemunhar, e não na roda de amigos que irão... assediá-la na próxima balada.
       É isso que as "mulheres" com a atitude errada, confundem com pegada, ser... desejada, ser popular...  esta fama pode ser até atraente no momento, mas depois... como conviver com ela?

       Ser sexy... ( na minha opinião claro... e aí cada um tem a sua...) é uma questão de atitude, não é chegar e passar de nariz empinado, esnobar as pessoas pelo caminho, nem tampouco usar roupas que chamem a atenção, para os detalhes do corpo que normalmente atraem quem não vai além da superfície.
       É o que faz uma mulher de verdade ser realmente magnética... pode ser uma rápida troca de olhares, pode ser um simples esbarrão em uma fila qualquer, uma conversa despretensiosa em qualquer lugar, quem sabe? Quem sabe de onde pode surgir esta pessoa? Esta... mulher de verdade? ( e no caso delas... o homem de verdade?)

        Ser sexy... e não ser sexo depende de como esta mulher quer ser vista, lembrada, de como ela quer ser tratada no futuro, pois ainda que a liberdade sexual seja uma realidade, o machismo também o é... além disso estão confundindo a facilidade de encontrar sexo real ou virtual, com liberdade para fazer tudo, sem restrições... e isso é suicídio social, moral, espiritual... é o fim do amor próprio.

         E sem amor próprio é fácil ser... "sexo" e não... "sexy".

         Você é... sexy?

         Você é... sexo?

         Quer saber a resposta? Está na dúvida?

         Basta aprender a separar "pegada" de "falta de respeito".

         E as mulheres de verdade... sabem. E isso é sexy.

         

       QUE FIQUE CLARO... A MESMA ROUPA PODE SER SEXY OU VULGAR DEPENDE DA ATITUDE DE QUEM A USA.
                                        

 "Esta imagem quando postei em minha página no facebook,
          causou muita polêmica, muitos recriminaram, alguns apoiaram, 
  outros acharam um ótimo gancho para fazer piada... é neste
 momento que eu separo adultos de crianças." (T.Marques)


       
        

    "Tudo o que é banalizado perde o sentido, se você banaliza o amor, jamais será visto(a) como alguém para amar, se você banaliza o sexo, jamais será visto(a) como alguém que tenha outra função além dessa... é um processo de autodegradação, no qual você como pessoa torna-se... banal. Valor todos nós temos, basta refletir e pensar como queremos ser tratados, nada é por acaso, o acaso é resultado do seu descaso... pense nisso."(T.Marques)
        

           Vamos valorizar as mulheres de verdade... acha difícil reconhecê-las? Não se preocupe... as mulheres de verdade reconhecem um homem de verdade quando existe o jogo limpo,e quando não confunde-se "pegada" com "falta de respeito".