Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de março de 2025

GATILHOS...

   Todos nós temos gatilhos que disparam sensações boas ou ruins, e as vezes aquela "rajada"de sensações boas, ruins, estranhas, algo realmente de enlouquecer.

   Conhecí uma pessoa muito especial, interessante mesmo, e olha que para dizer isso, quem me conhece sabe como é difícil.

   Um encontro de almas e de karmas mesmo...  acho que esta seria a melhor definição.

   Mas cada um chegou com seus gatilhos, seus traumas, suas experiências boas ou ruins, e é aí que mora o problema.

  Por mais que a conversa possa fluir, ser deliciosa, por mais que surjam afinidades e semelhanças assustadoras, de ideias, pensamentos, sentimentos, os gatilhos estão ali, onde não podemos ver, mas que podem ser alcançados por uma palavra, um silêncio ou um gesto.

  Todos carregamos traumas sim, não adianta dizer que sabemos lidar com isso, que a maturidade garante, pois nem sempre é assim.

  Eu posso dizer que já vivi um relacionamento tóxico, tenho defeitos ? Vixe !

  Mas viver um relacionamento, onde você é culpado até prova em contrário, enquanto a outra pessoa é perfeita até prova em contrário (e por isso digna de imposições, falar o que pensa, não precisar medir  palavras, e poder fazer comentários cruéis , isso me deixou com gatilhos bem leves, em uma arma sem trava de segurança ).

  De repente me vejo diante de alguém que me fez resgatar um velho post meu...  



...complicado, quando é nítido que a pessoa tem seus traumas, também comeu o pão que o diabo amassou, e que criou uma redoma, um escudo, uma proteção que aplica rigidamente a si e a quem se aproxima.

  E aí vem a vida (ah... a vida) e coloca duas almas armadas, com gatilhos leves frente a frente, com semelhanças, pensamentos, ideias e sentimentos assustadoramente parecidos, mas eis que eu disparo um gatilho lá, com um gatilho que foi disparado... cá.

 Pois é, foi um tiroteio de cegos,e no escuro depois de muitas voltas ao redor de si mesmo, acho que ficamos tontos demais com a velocidade na hora de reconhecermos essa chama gêmea.

 O meu dispara quando me deparo com regras, determinações, exigências, condições para amar, para gostar, para chegar e permanecer, acho que vivi demais sob regras que eram moralmente rigidas para mim, mas cruelmente maleáveis para a outra pessoa na relação.

 Ou seja, faça o que eu mando, determino, exijo... mas não faça o que eu faço.

 Eu sou assim, e se não for assim também, não me serve ! ( Prefiro a sombra de duas pessoas caminhando juntas do que uma só de duas pessoas que não são únicas uma para a outra, mas sim uma sombra uma da outra, e sombra todos já temos )

 E sinceramente, não me arrependo de não ter dado o troco na mesma moeda, poderia ? Sim, mas eu aprendi que quem perdeu não fui eu.

 Tive mais uma ou duas situações parecidas depois mas o gatilho foi ficando mais leve, e eu nem reparava mais se aplicavam a mim o benefício da dúvida, eu mesmo não aplicava mais, já via relacionamentos como armadilhas.

 Acabei ficando mais seco, duro, mais inflexível.

 E claro, quebro a cara, porque espero da pessoa uma maleabilidade uma compreensão que as vezes nem eu mesmo entrego.

 E se do outro lado o gatilho é leve e a pessoa tem a meleabilidade de estaca de concreto que eu tenho, fica bem difícil.



  Preciso de leveza, é preciso compreender que nem tudo é problema, sacanagem, ou tem segundas ou terceiras intenções, e que os limites naturalmente serão expostos diariamente, e a confiança que foi colocada à mesa na aposta, vai sim fortalecer-se. ( pelo menos eu prefiro acreditar nisso, pois não tenho mais 20, 30 anos... e não posso ver tudo colorido e bonitinho, mas também não quero mais viver tenso por algo que deve ser bom, leve e uma lição muito gostosa a cada dia ).

  Um texto que deixa bem cristalina a minha maneira de pensar, de ser... .

  Cuidado com os seus gatilhos, porque a arma na verdade está sempre apontada para a sua cabeça, você se detona privando a pessoa da sua presença com o seu melhor.


  A maturidade vai mostrando ao longo do caminho, o que cada um pode ir deixando pelas lixeiras, assim terão espaço para colher o que vier de bom para levarem juntos.

  Desculpem, mas não dá para ser mais... cristalino (ai ai ai). 

terça-feira, 20 de março de 2018

RELAÇÃO MADURA IDEAL ?

  Conversa vai, conversa vem, assunto recorrente quando relacionamentos entram na pauta.

       Alguém sempre pergunta à respeito dos meus relacionamentos, uma sabatina pra candidato ao STF ( quando ainda era sério ) nenhum botar defeito.

        Quarenta e alguns verões passados já, e eu me pego pensando em como seria realmente estar com alguém, pesando na balança aquilo que aprendí, levando em consideração as minhas "topadas" com o dedinho na quina, ou seja, aqueles tropeços inevitáveis.

       Penso nas pessoas que conhecí, que conheço, que se aproximaram, que se afastaram, pensei nas minhas "pisadas" na bola, e claro, nas vezes em que pisaram na bola comigo, afinal, nem tudo na vida sai como planejado certo ?

        Não sei se saberia dividir todos os dias, todas as horas com alguém novamente, não sei se saberia lidar com isso de maneira tão natural como antes.
      Certamente os velhos erros do passado eu não cometeria, ainda mais aqueles que afastaram pessoas realmente especiais.
        Até porque, olhando para o passado, penso naquele ditado "errar é humano", mas aí bate aquela voz no ouvido e diz... "mas insistir no erro é comigo mesmo".

      Brincadeiras à parte, me peguei pensando em algo que escreví tempos atrás, falando à respeito daquilo que espero da outra pessoa, que espero o reflexo daquilo que ofereço, o meu melhor.

          E quem garante que o meu melhor seria o melhor para oferecer a alguém ?
           Vixe! Já estou filtrando de novo.

         Bem, brincadeiras à parte, realmente em alguns momentos faz falta um certo alguém, faz falta aquele aconhego na madrugada, aquele momento de intimidade que vai além do abraço amigo.
         
          Seria hipocrisia demais dizer  que não sinto falta.

       Mas... aí penso naquilo que valorizo,e que parece não ter valor algum hoje em dia.

        É, sou romântico, gosto de criar um clima, penso na música, na situação, acho legal surpreender a pessoa, gosto de cozinhar para quem me encanta, tenho aquele negócio de abraçar e dizer "vem cá que eu te protejo do frio", gosto de tirar para dançar, mas dançar... "olho no olho", rosto colado, ou seja... tudo aquilo em desuso.
    Não existe uma fórmula exata para uma relação funcionar perfeitamente, duas pessoas, são dois indivíduos, duas personalidades diferentes, com alguma empatia ou que em algum ponto identificam-se, e saber começar a "costurar" a relação à partir deste primeiro ponto, é que demanda tempo, maturidade, vontade e persistência.
         Não dá para nas primeiras vezes, começar um bordado e criar uma obra de arte, é preciso furar muito os dedos, calejar as mãos, e com o tempo, tudo se aprimora, por isso acredito que a maturidade quando realmente chega, acende aquele luminoso dizendo "porquê não" ?
                         
         Gosto de comparar o relacionamento a cozinha ( uma paixão minha ), com o tempo aquelas "pitadas" disso ou daquilo, começam a ser mais bem dosadas.

     Passei do ponto, onde a barriga chapada, as curvas bem delineadas, os padrões impostos pela mídia entram em cena, entram no roll de quesitos à serem observados.
  Costumo dizer que uma embalagem bonita encanta, pode até convencer, mas até purgante pode ficar atraente em embalagem boa, e nem por isso dá para encarar todo dia. ( lembre-se, embalagem atraente é um perigo para crianças, por isso relacionamentos devem ficar fora do alcance de quem não tem maturidade... a massagem do ego não compensa o sofrimento da alma )

       E viajando aqui e alí, me peguei pensando nos relacionamentos que tive,e naquilo que encontrei pelo caminho, e que se somados, seriam uma fôrma ideal, até entraria naquela "viagem" da existência do "par perfeito", (que sabemos que não existe) e que até já ganhou um texto neste blog ano atrás.

      Mas ainda assim, num exercício de montar um quebra cabeças, pensei naquilo que realmente me encanta... e ficou assim.

       Uma timidez misturada com atrevimento, aquela coragem de me olhar nos olhos quando eu disser "vamos ?", e ao invés de responder com um... " mas para onde vamos ? ", dizer... " vamos!".
         Aquele olhar de preguiça de vez em quando, que sem palavras diz; " bem que poderíamos ficar assim, na cama, no sofá, pelo chão... sem planejar nada né ? ", aquele "cafuné" gostoso quando estou dirigindo, rir de bobagens e situações bobas mesmo, sem a preocupação com o... "políticamente correto opressor" do cotidiano, ser surpreendido com um beijo ( e como diz a música "...sem porquê nem pra quê, sem ser necessário entender..." ) , que aceite ser tirada para dançar, mesmo se não houver música, porque eu sei que alí olho no olho, não existe platéia, só o momento, gostaria daquele completar de frases, quando um completa o que o outro vai dizer, ouvir aquela música que de repente a pessoa bota para tocar, e que bate com o que você pensava, aquela maturidade para deixar fora da relação os problemas, os dilemas do dia a dia, mas ao mesmo tempo, ter a sensibilidade para reconhecer a luta do outro, as conquistas e as derrotas que causam aqueles silêncios essenciais, coisas do espaço que cada um merece ter preservado. ( É importante que um reconheça o espaço do outro, adolescentes não sabem valorizar os momentos longe da pessoa amada, adultos sabem que isso deve transformar-se em valorização do outro e dos momentos à dois )
                           É importante saber, que o sexo pode ser bom, sensacional, que a cama é importante, mas que ter o que conversar pesa muito, porque depois do sexo, se não há o que dizer, então era realmente só... sexo. ( E para isso não é preciso compromisso )
                          Todos temos um passado, uma história, uma trajetória, nem todos estão na mesma condição social, nem todos estão de acordo com os padrões estéticos ou esperados pela sociedade.
                 É preciso respeitar a realidade que cada um traz para a relação, esta é uma das bases do amor verdadeiro.
(O que vai dar forma a relação, é a união de vários pontos, que olhando de fora mostrarão uma obra de arte realizada à quatro mãos, dois corações, duas bocas...)

                              Mas afinal... quem vai viver a relação ? O dia a dia ? A sociedade, seus amigos, ou você ? Por isso à muito deixei as convenções de lado, por isso valorizo o conteúdo, por isso procuro sempre olhar além da superfície, e principalmente valorizo muito a discrição, com o tempo tudo se ajeita e aquilo que for surgindo para os outros, surgirá naturalmente, não como uma apresentação baseada em convenções.
                          
                  Escolher alguém pela aparência, massageia o ego, mas se for este o quesito básico, as chances de dar certo... xiiii.
                      Escolher alguém pelo status social, pode ser interessante sob algum aspecto ligado única e exclusivamente ao "interesse material", mas sempre haverá alguém que pode "oferecer mais" e aí... quem tem preço...  nem preciso dizer mais nada certo ?
                     
                      O importante é que a cumplicidade esteja presente, se estiver, a relação será aquilo que pode ser, será aquilo que deve ser, e quem vai determinar o rumo, é a maturidade.

                       E de repente alguém diz: "Esse cara quer demais né ?"

                      Claro que eu quero, se vou oferecer o meu melhor para alguém, precisa valer à pena, já tenho tempo de praia suficiente para não desperdiçar energia tentando surfar marola. 

                       E você...  o quê quer ?
                          
           

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

FRUSTRAÇÃO ? BEBEU VINAGRE PENSANDO QUE ERA VINHO ?

" Você entra num relacionamento, se expõe demais, e depois parece que foi tudo... errado, indevido, que não deveria ter feito ". ( Palavras de uma... mulher de verdade )

Antes de mais nada, sejamos francos, quem entra num relacionamento não o faz pensando em terminar certo ? 

Errado ! Ou você está lendo isso com lágrimas nos olhos, de tristeza ou raiva, porque a relação deu certo ?

Respire, pare, pense...    em você.

Afinal, o quê você merece ? Verdadeiramente... o quê merece e espera ? Um romance no melhor estilo "alguns tons de cinza..." ou algo parecido ? Bem se for esse o caso, recomendo que ao invés de lêr coisas chatas como as que escrevo, compre aqueles livrinhos de romace do tipo Julia, Sabrina... até porque, não sou nenhum expert em comportamento humano, só falo aquilo que os outros apenas pensam, seria falta de educação ? Falta de noção ? Presunção ? Ou tudo junto por ser chato e cutucar aquelas feridas tabu ? Quem sabe ?

Pois é... vivendo e aprendendo, a paixão, o tesão, a empolgação com a pessoa, aquela convivência forçada, imediata, que parecia tão necessária, urgente, faz com que certas situações pareçam erradas mais adiante. ( Como sempre a carroça diante dos bois )
Seriam realmente situações... erradas ?

Errado é não viver, e mais errado é viver o que os outros esperam ver você viver. ( Quem está no meio da "encrenca" é você certo ? Quem tem a obrigação de ter dó do seu couro ? )

Depende, depende muito da sua sensibilidade em reconhecer a maturidade no outro, e se não era nada disso, saiba usar este conhecimento na próxima, não é questão de resguardar-se, mas de reconhecer o vinho pelo bouquet, pela cor, pela intensidade, se você não aprende com o tempo, acaba sorvendo aquela taça de "vinagre" pensando que é vinho.

Sinais... assim como o vinho emite sinais, todos nós também o fazêmos, basta fechar os olhos e puxar lá atrás, pelas memórias que fêz questão de enterrar, e se está degustando muito vinagre, verá que foi porque preferiu esquecer aquilo que deveria ser lição,e ficou apenas com o resultado das sensações.


Mas deixou para trás aquilo que as provocou, que as provoca.

Um bom vinho vai aproximar-se de outro de acordo com a sua formação,e não se deixe enganar por rótulos e embalagens atraentes, até purgante em embalagem boa fica atraente, mas ninguém "encara" todo dia.

E você... tem sido vinho ou vinagre ? Tem provado bons vinhos... ou sofrido com taças e mais taças de vinagre ?

Infelizmente muitas pessoas "encantam" pelo lado alegre, aventureiro, extrovertido, pelas ideias modernas, pelo jeito... "desencanado", e de repente fica claro que estes eram sinais de imaturidade, ou seja, era apenas uma criança fingindo ser um adulto. ( De repente era apenas o tempero, ou melhor o vinagre, nada que mereça uma taça ou te acompanhar mais tarde concorda ? )

Existem adultos assim ? Claro, mas como disse antes, são como o vinho, os bons sinais nem sempre vem das melhores embalagens ou rótulos, é preciso saber... "sentir".
Vinhos bons, ruins, marcantes... e claro, aquele vinagre que azedou a sua vida.
Não é questão de abandonar a procura por um bom vinho, mas talvez de mudar os conceitos para mudar aquela voz que nem é a sua, e que te incentiva a levar o vinagre por vinho.

É isso que vai definir como a outra pessoa te vê, e claro... se você for vinho, o vinagre se revela ao chegar perto.

Sinais...        sempre eles.

Rogerio Marques

quinta-feira, 8 de junho de 2017

ESSA TAL DE... "SOFRÊNCIA", LEVOU UM PÉ ? DEU UM PÉ ? ENCALHOU ?

     Pois é, essa tal de "sofrência" cantada em verso e prosa, na verdade não é nenhuma novidade, só mudaram a "roupagem" para promover algo que já é bem batido.

      Dia dos namorados chegando, e a tal sofrência bate mais forte em muita gente, pelo receio de chegar só ao fatídico dia dos namorados seja pelo fim de um relacionamento ou pela dificuldade em iniciar um.

       Mas sejamos francos...  será que vale à pena sofrer ?

       Quem nunca levou um pé no traseiro ?
       Quem nunca foi traído (a) ? ( será que não ? )
       Quem nunca pisou na bola ? ( e chegou ao limite ? )
       
       Pois é...   "quem nunca... ?".

       Todo mundo já sofreu por amor um dia, seja por não ter sido correspondido, seja por ter sido correspondido e não ter aproveitado a oportunidade para ser feliz, seja por qual motivo for,  todos já sentiram o amargo de uma relação, que chega ao fim de maneira diferente daquela até esperada, mas certamente não desejada.

        Mas se chegou ao fim, será que realmente valia à pena ?

        E se a resposta for "sim", então porquê chegou ao fim ? Não basta que uma das partes envolvidas considere ideal ou imagine que a relação valha à pena, pois um relacionamento ( relacionar-se ) depende de mais de uma pessoa ( nem vamos descartar o pessoal mais "moderno" das relações abertas e afins ).

        E voltando a "sofrência" você sabe quando ela realmente se manifesta ?

         Logo após o término ( mesmo para aquele que termina o relacionamento, principalmente os homens, porque as mulheres falam, repetem, avisam, sinalizam, alertam, desenham , falam tudo de novo... e nós homens não ouvimos, aí quando chega ao fim... chega mesmo ), o homem normalmente tem o sentimento de "posse" ( não sejamos hipócritas à ponto de negar que a grande maioria passa por esse sentimento nada nobre ).
               
              Para o homem.

              Primeiro fica a sensação de falhar em algum ponto, depois o medo de vê-la com outra pessoa, e aí o medo piora se for alguém de quem sempre desconfiou, fica a sensação ruim para não dizer "estranha", de não conseguir imaginar a ex saindo e se divertindo, ou frequentando lugares onde a "azaração" corre solta...  ou seja uma mistura de sentimentos muitas vezes equivocados, mas relacionados ao... "é minha".
                 Depois vem aquele vazio estranho, onde existem menos medos, menos sentimentos negativos, bate aquela saudade, onde a busca por algum conforto passa do acolhimento dos amigos de verdade ( não aqueles que tem a teoria da "zona", ou seja... "vá para uma noite na casa das... prima, que melhora"... para bom entendedor meia luz vermelha basta ) ao conforto espiritual.
                 E claro... o homem apesar de não parecer, pode sim ser muito mais carente do que a mulher,e aí comete o grande erro que homens e mulheres cometem após o fim da relação ( especialmente quando não esperavam por isso ) entram de cabeça em outro relacionamento logo de cara.
                 É mentir para si mesmo e para a outra pessoa.

                Para as mulheres.

                E se ele aparecer com outra ?
                Na certa vai aparecer com alguma menininha !
                Quem é essa baranga que agora curte tudo o que ele posta ?
                Nunca gostei daquela "amiga" dele !
          Se fossem meus amigos também, ficariam mais preocupados comigo do que com ele !
                 
                Mas depois de toda essa negatividade, de cometer os mesmos erros pós relação que o homem comete ( na maioria das vezes ), vem a busca pelo conforto, de amigos, espiritual, e... os dois seguem na mesma direção, deixando os momentos de "recuperar o tempo perdido" fora da história ( será que foi perdido mesmo ? Se a resposta for "sim" então nunca foi amor, foi posse, foi o hábito de estar com a pessoa ou a comodidade mesmo )

                Receita para evitar a sofrência ? A carência ? Os micos ?

                1º Reconheça que o tempo passa, e entenda que é melhor agir de acordo com a maturidade (teoricamente) alcançada por quem viveu uma relação estável ou séria. ( Maturidade independe de idade )                  

               2º Não preocupe-se em recuperar o tempo perdido, "ficar", beijar, ou agir como adolescente, fazendo "número" (aquele papo de roleta/catraca deixe para o "busão"), quando pela experiência vivida já deveria saber diferenciar quantidade de qualidade. ( Passará a imagem de alguém que não merece ser levado(a) à sério)

                3º Se não viveu na "bolha" tem amigos, busque os encontros e reuniões mais produtivos, nada de "vitimismo".

          4º Se você é do tipo que sempre dizia aos quatro cantos " fulano(a) era assim e não quero mais isso ", mas depois vai aparecer reclamando que só dá de cara com estes tipos, pare e acorde ! Você não mudou, por isso acontece.

                 5º Valorize o seu tempo... com você mesma(o), se tem filhos valorize mais o tempo com eles, com familiares e amigos,e lembre-se, aproximar alguém de crianças, de filhos (independente da idade) é uma grande responsabilidade, deve ser gradual e levar um bom tempo.

                   6º Se tem filhos,e se a separação não ocorreu por violência doméstica ou algo que tenha afetado diretamente as crianças ( que sempre serão afetadas de uma maneira ou de outra ), evite à todo custo falar mal do(a) ex-parceiro(a), isso só fará mal à você e as crianças que não tem culpa.

                    7º Use o que aprendeu na relação, para identificar em um futuro relacionamento aqueles "sinais" que você bem sabe aonde vão te levar, ou aonde podem te levar, e se realmente sentir que a pessoa vale à pena, antes de deixar esfriar, sente e explique que aquilo que está desagradando, foi uma das bases para sua separação anterior. (jogo limpo sempe)

                    8º Valorize quem te vê como você realmente sente que deve ser vista(o).

                      9º Evite muita exposição em redes sociais.

                     10º Jamais aceite migalhas, ou só atrairá quem não tem ou não quer oferecer nada em troca.


            E aí, está na "sofrência" ? Porquê ? Se chegou até aqui, passou por tudo aquilo que deveria passar, se foi ruim... pode ter certeza de que muitos passam por isso, se foi bom e não queria que terminasse, quem "pisou na bola ?".

             E entenda que, aquele que pisa na bola... é que perde, pois se o outro não deu causa, foi porque estava realmente na relação, quem perde é sempre aquele que erra.


              Para de sofrer aí...e "bora" tomar um café com bagagem, aquele onde o papo sempre tem o que acrescentar, porquê não ?

              Vamos ?

sexta-feira, 14 de abril de 2017

QUAL O TAMANHO DO SEU BANQUINHO ?

    Você sabe qual o tamanho do seu banquinho ?

      Ou melhor... do seu amor próprio ?

      Comparação estranha ? 

      Imagine o seguinte.


       Sabe aquelas prateleiras lá no alto, aquelas quase inatingíveis ? 
       Imagine agora que nesta prateleira estão várias caixas, caixas etiquetadas "relacionamento", "trabalho", "família", "amizade"... enfim, tudo aquilo que faz parte ou que pode tratar-se de um desejo contido ou não.

       Agora imagine aquele relacionamento que você tanto deseja, sim, aquele que te faz perder a linha, que te faz sonhar acordada(o), e que você de repente pode alcançar.
       Para alcançar você precisa ter em mente dois pontos.

       Primeiro, que talvez seja interessante puxar a caixa devagar se estiver fora do alcance, analisar o peso, tamanho, pensar bem, pois não sabe o que pode haver lá.
       Segundo... o que vai determinar a capacidade de observar e não deixar a caixa cair na cabeça, é a altura do seu banquinho, ou melhor, do seu... "amor próprio".

       Menos amor próprio, banquinho com pernas mais curtas, mais amor próprio, banquinho com pernas mais longas.

       A diferença entre eles ?

       O banquinho menor, vai te obrigar a se esticar, esforçar mais, e puxar com as pontas dos dedos a caixa que deseja ( no caso o relacionamento ), e as chances dela cair sobre a sua cabeça, são bem maiores, e aí entra outra questão.
        Puxando as cegas esta caixa, o que será que vem com ela ? Vidro ? Pregos ? Algum bicho ? Bolinhas de aço... ? E claro, o tombo inevitável que costuma manter as vítimas acreditando que o banquinho delas tem sempre as pernas curtas demais.

      O banquinho maior... já vai te ajudar na hora de avaliar o peso, o formato, talvez até entreolhar pela tampa para saber o que há alí, e isso pode evitar um tombo, e aquelas feridas de cicatrização complicada.

      O amor próprio cresce e se desenvolve com o tempo, com os tombos, com o amadurecimento do poder de observação, isso não se compra, não se adapta, não se improvisa, isso se conquista.

      Mas para conquistar, é preciso fazer por merecer, é preciso saber ouvir aquela voz chata que fica... "será que eu devo ?" quando surge a oportunidade.

      Sabe quem tem esta resposta ? Aquela pessoa que você vê quando se olh no espelho pela manhã, confie nela, é a amizade mais sincera que há. É o(a) amigo(a) que realmente tem dó do seu "couro".

       Para pegar aquilo que está no alto, nas prateleiras mais altas, aquelas que despertam a curiosidade e a imaginação, é preciso melhorar a altura do seu... banquinho.
       Assim, ao invés de arriscar para descobrir o que pode cair na sua cabeça, fica mais fácil avaliar se compensa ou não o esforço.

       Analogia... a mãe de todas as respostas. 

        

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

BARCO ENCALHADO ESTÁ FURADO... OU NÃO ?

TODO BARCO ENCALHADO ESTÁ FURADO OU NÃO ?


( Certamente você conhece alguém que deveria lêr isso... porquê não enviar o link ? Lembre-se, quem avisa amigo é )

Existem certas épocas do ano, que parecem "provocar" a necessidade de estar/ter alguém à qualquer custo de algumas pessoas.
Festas de final de ano e dia dos namorados então... parecem ser bombas relógio para algumas pessoas.



Aquele "chororô" dizendo que ninguém quer nada sério, ou então a velha história de que todos os homens são iguais, entram as postagens do tipo... "eu escolhi esperar", ou então celebrando a solteirice. ( Claro que existe a desculpa para a pegação, aquela velha queimação de filme que pode ser interessante na adolescência, mas que depois de uma certa idade vira alerta de barco furado )



Certo... antes de me considerarem machista, deixo claro que não são apenas as mulheres que agem assim, existem mais homens do que se imagina nesta mesma... "vibe".



A diferença é que poucos tem coragem de admitir que querem alguém também, coisas do machismo que traz à tiracolo o... " o que vão pensar de mim ".

Falta de maturidade mesmo, tanto de homens quanto de mulheres.


Então, apenas três coisinhas que não seria hipócrita de não admitir.

1º É possível viver só e feliz.

2º Claro que é bom estar com alguém para compartilhar bons e maus momentos, mas... o "estar" pelo estar, pela conveniência social, já é estupidez demais ( é preciso saber separar o que você precisa daquilo que a sociedade espera )

3º Mesmo a pessoa mais convicta de sua "solteirice", de sua liberdade, vai sim abrir mão de tudo se esbarrar na pessoa certa, na hora certa, desde que saiba reconhecer também que todos tem seu momento, pode ser o momento de um, mas não de outro... quem sabe ?

Se ninguém é perfeito... então fica mais fácil dizer que jamais existirão pares perfeitos certo ? ( Aquilo que alguns podem considerar o par perfeito, só ocorre porque certamente ambos sabem ceder, cobrar, dividir e somar na medida certa, e isso depende daquilo que só com muita maturidade é possível... o diálogo,e se mesmo com muita conversa não há equilíbrio, vamos ao popular "pular fora" porque o barco está furado mesmo )

Final de ano chegando, relaxem tudo tem sua hora e seu momento, lembrem-se, "nada é por acaso, o acaso é resultado do seu descaso, preste atenção aos sinais".

domingo, 21 de agosto de 2016

CARÊNCIAS, "SOFRÊNCIAS", APARÊNCIAS...

     A carência... ou... a ditadura da carência como já descrevi em outro texto, parece fazer parte do roll de "doenças modernas", sim, doença.
      Porquê me refiro à isso como... "doença" ?

    Pelo simples fato de notar ao observar o crescente número de pessoas afetadas por isso, que estas agem de maneira desconexa da realidade, do bom senso, parecem estar sofrendo de uma crise de abstinência, mas não física e sim social.
       
      Certo... não sou nenhum expert no assunto se pensarmos pelo lado clínico, mas eu observo, eu vejo, eu ouço, eu noto as mudanças ao meu redor, observo pessoas próximas, amigos, colegas, conhecidos, ou fico até mesmo sabendo de histórias à respeito nas conversas.
     Não é preciso ficar debruçado sobre livros para compreender que estamos vivendo sim uma ditadura da carência. A mesma rede social que une, separa, a mesma sociedade que sempre reclamava da frieza dos contatos entre as pessoas, se afasta cada vez mais, cria nichos e isolamento devido a rede social, é a mesma rede que todos julgavam ser a solução para a solidão, a distância, o isolamento, e que agora serve para ampliar todas as "picuinhas", e "medíocridades" da sociedade, mas de forma global, ampla, irrestrita, abrangente.

         Pessoas que vendem imagens falsas ( porque certamente existem as que compram ), pessoas que criam uma nova identidade para agradar aos outros, pessoas que buscam suprir carências, pessoas que buscam tirar proveito de quem quer suprir estas, enfim... o mesmo universo da vida real, mas ampliado e com alcance maior agora.

         Ninguém parou para pensar que... o mesmo personagem que era observado na vida real e que fazia pensar "esse é picareta", ou... " este finge ser o que não é",está presente na rede social ?
" Cuidado ao exibir sentimentos, nem todos que surgem com um carinho virtual... realmente se preocupam "

           O quê mudou ? Apenas a plasticidade da coisa toda, os personagens do teatro da vida, agora estão na telinha, com produção elaborada e texto ensaiado, por isso parecem cometer menos erros.

            Quem é real, olha nos olhos, busca isso, e quem está acostumado com isso, sabe diferenciar quem é verdadeiro de quem não o é.

             Claro... não sou hipócrita ao ponto de dizer que só o que vale é o contato real, pois mesmo ao conversar com alguém virtualmente, fica fácil de notar quem é real e quem não é, pois a conversa flui naturalmente, não existe aquele "intervalo" buscando elaborar as palavras, as respostas são rápidas  e quando são verdadeiras, chegam a desconcertar.

              E isso pode assustar quem não está preparado(a), pois se mesmo na vida real surgem as dúvidas do tipo... "isso me parece bom demais para ser verdade", imagine no virtual.

               Mas o mais espantoso, é que muitos acabam se expondo demais virtualmente, expoem fraquezas, desejos, adquirem coragem absurda para abordar e falar para uma pessoa desconhecida, palavras que pensadas na segurança do anonimato ainda fazem a face esquentar.

                    E aí enfiam os pés pelas mãos.

                    Declaram-se, aceleram situações que poderiam correr naturalmente, ficam expostos também aos "espertos" ( mau intencionados) de plantão, enfim, atropelam uma situação que na vida real poderia até ser normal, mas que tomam outra dimensão na vida virtual.

               E aí vem as carências, sofrências, e aquela maldita necessidade de manter a aparência.

                    São pessoas que saem divulgando sua fantasia acelerada de um relacionamento que ainda não existe, que saem alardeando que estão com alguém com quem realmente não estão, que começam a forçar um contato com este alguém cercando amigos, família, tentando forçar uma aproximação que na verdade, só gera um afastamento maior.

                    São os efeitos colaterais da carência, aqueles que me fazem lembrar das frases de rede social do tipo... "sou legal, não estou te dando mole". (autoexplicativa)

                   Porquê acelerar ? Porquê transferir necessidades e carências desta maneira para o mundo virtual ?

                   Todos expondo sentimentos, desilusões, vontades que deveriam ficar guardadas para si, através de posts teoricamente bem humorados, através de indiretas em imagens elaboradas, ou até mesmo em frases pensadas quando bate aquela... "sofrência".

                 A rede social é o celular de quem bebe na balada e liga para quem não deve, a única diferença é que a mesma ligação será recebida por milhares de pessoas, é a amplificação daquilo que deveria ser cada vez mais contido, daquilo que deveria ser íntimo para ter sua razão de existir.

                 E aqui para  e me pego pensando em um estudo que li anos atrás e cuja autoria infelizmente não me lembro, mas que dizia haver a constatação de que a adolescência estava terminando para os homens lá pelos... 35 anos! E para as mulheres por volta dos... 30!

                 Realmente, a fonte da juventude virtual, mudou conceitos, ideais, e infelizmente deixou mais "elástica" a linha que separa o rídiculo do bom senso, ou melhor, a tênue linha que separa a maturidade, da crenças nos contos melosos de livretos de romance, aqueles tipo "Sabrina" e afins que haviam nas bancas. ( e aí com toda a liberação da rede social... vem o livreto moderno com 50 tons de submissão e sexo pago disfarçado de romance... para suprir carências e fazer sonhar, nada contra, mas...   vivemos em um estado democrático certo ? E nele reconheço que cada um pode fantasiar com o que quiser, desde que saiba separar fantasia de realidade, ou não ;)  


                  " A autenticidade te diferencia dos demais "      

              Será radicalismo meu ? Ou apenas um dedo na ferida ?

                   Vamos tentar resgatar o "gostar", o "apaixonar-se", o "enamorar-se", o "encantar-se"... pela moda antiga, conheça, converse, pergunte, observe, não sonhe na velocidade da rede social, não projete na rede social aquilo que muitas vezes nem mesmo é virtual, apenas, deixe que a vide te leve, ela certametne fará com que passe pelas portas certas, no momento certo, não confunda o "flertar" (que é absolutamente saudável e faz bem ao coração), com uma promessa de compromisso.

                    Pratique o "se".

                    Preserve - se
                    Ame - se
                    Cuide - se
                    

                  E será respeitado(a), amado(a) e cuidado(a) quando chegar a hora, isso não se impõe e não se cobra.


                  De repente alguém já cuida de você... e você nem sabe.


                  Vamos deixar a carência na novela e nos filmes, a sofrência nas músicas de dor de cotovelo e as aparências para quem precisa da embalagem para se vender pela falta de conteúdo.


                   Papo reto... só isso.

                   E deixo a seguinte pergunta no ar;

              - QUANTAS PESSOAS VOCÊ CONHECE QUE CAEM NESTA ARMADILHA DA VIDA MODERNA ? E VOCÊ... JÁ CAIU ?

quarta-feira, 6 de abril de 2016

RESPEITE APÓS USAR...

RESPEITE APÓS USAR...

Você respeita o tempo dele ?
Você respeita a dor dele ?
Você reconhece quando o usa mal ?
Você quer o quê para ele ?


Um amor não abafa o outro, não apaga uma história, 
quando usado assim, o nome é traição.
Traição sim... pois ele mal acostumou-se a necessidade ( muitas vezes involuntária ) de ficar vazio, e de repente, você tenta preenchê-lo. ( É um autoflagelo, uma violência desnecessária, na esmagadora maioria dos casos, por pressão social )

Respeite o tempo dele, não é só a cabeça que precisa ficar em ordem e tranquila, ele (o coração não se esqueça) também.

Claro,pode ser que ele já esteja vazio,e que a sua cabeça esteja cheia, neste caso, ele já está pronto para seguir, mas você ainda não sabe.

De repente... já teve a oportunidade de estar, ter ou permitir-se conhecer alguém que saberia respeitar este seu espaço tão importante.
São os riscos de perder o momento certo, mas quem sabe ? Um segundo olhar sempre pode ocorrer.

É o equilíbrio complicado entre razão e emoção, entre o querer e ter, entre o aprender,e o saber.

Mas de quê adianta... se você insistir em deixar outra pessoa "cuidar" dele ? ( lembre-se... isso quer dizer... do seu coração )

Cuidar bem dele, é como cuidar bem da sua casa, se alguém entra, e percebe o cuidado, redobra o próprio cuidado e respeito ao entrar, mas se você deixar tudo como se fôsse uma república daquelas mais... "bagunçadas" com regras volúveis, então não espere respeito de quem chega, e nem tampouco, que a pessoa que chega, queira realmente ficar.

Maturidade, e respeito... só isso.

Téo.

quinta-feira, 3 de março de 2016

EQUILÍBRIO... ELE VEM NA HORA CERTA.

O TEMPO PASSA...
O TEMPO VOA...
E A APARÊNCIA (INTERNA) DE QUEM VAI ALÉM DA SUPERFÍCIE, CONTINUA NUMA BOA. ( Só um momento "Bamerindus", quem tem mais de 30 sabe... )

Aparências... nada mais. (Não não é aquela música chata não)
Ela era bonita... e tinha noção disso, aliás, como não ter noção diante do espelho ?

Claro, era amor próprio demais, algo que ultrapassava a barreira do bom senso, atropelava a humildade e neste ritmo engatava a ré e atropelava de novo quando possível.

Desejada, cobiçada, cantada, enaltecida pelo pessoal da obra e das baladas, é realmente ela estava "bem na fita".

"Só que não"... para fazer uso daquela expressão moderninha, que caiu no gosto popular ( é as vezes consigo ser simpático à modernidade ).

Continuando... .

Ela criou expectativas e padrões altos para selecionar aqueles que valiam à pena.
O visual pesava muito, a "carruagem" do príncipe encantado então, deveria fazer parte do conjunto,e claro, seu extrato bancário se não fosse condizente... xiii, melhor nem pensar, isso a deixaria com urticária, o que não é bom para a pele.

Mas o tempo esava passando, o pessoal na balada começando a ter "diabetes tipo C.D", devido a presença de possíveis crianças na sala não vou traduzir o C.D que seria até bem representado por uma parte anatômica comum à todos + a palavra doce.

Até mesmo o pessoal da obra estava deixando de notar,e olha que ela se esfoçava.

É... mas ele foi implacável, ele quem ? O tempo oras.

E com o tempo veio e experiência, ou melhor vieram as experiências, e com estas, as clássicas reclamações de que "os homens são todos iguais" ( Testou todos ? Emoticon frown
 ), e por aí vai.

Os "homens" que eram todos iguais, buscavam as "mulheres" que eram todas iguais, e assim foi-se dissipando a nevoa que encobria a visão, aquela bruma que deixava turva a visão da realidade mais distante do seu "eu".

E um belo dia, sentada com uma amiga, conversa vai conversa vem a amiga disse aquilo que era óbvio... jogou à mesa a pergunta mais simples de todas,e ao mesmo tempo mais complicada.

" Você diz que os homens são todos iguais, que não dá sorte, mas... será que não é você que as vezes até busca algo diferente, mas sem ir muito além da superfície ? Afinal nem sempre aquilo que te massageia o ego... te faz bem".

É... nem uma bomba de efeito moral ou uma bala de borracha na testa surtiriam efeito tão imediato.
Pela primeira vez na vida ela parou,ouviu e pensou além do "eu".

Hoje ela vive feliz, muitos se espantam com aquele que ela apresenta orgulhosa como namorado... alguns pensam "nossa caiu o padrão", outros imaginam... "deve ser golpe", ou então a clássica popular "essa panela está com a tampa errada".
E aí fica claro, ela classificou o relacionamento por padrões durante tanto tempo, que agora os padrões a classificavam. É, à grosso modo pode-se dizer que é a lei do retorno.

Por isso diz-se que... "aquilo que você aprendeu ontem, só irá compreender... amanhã". ( Cuidado, pois nem hipoteticamente em dois dias seria possível, o aprendizado leva tempo )

Quando questionada hoje pela mesma amiga que a apresentou a realidade... ela diz... " só inverti novamente os valores... basicamente entendi que pegada e falta de respeito são separadas apenas por uma conveção social tão fina quanto a menor parte da matéria" (Quarc, ainda menor que um angstron que por sua vez já é menor do que um átomo... só para descontrair um pouco ) (risos)

Quando a pessoa compreende que praticar o "se"... não é uma questão de egoísmo, o equlíbrio torna esta pessoa simplesmente "magnética" pelo conjunto da obra. ( estas são as mulheres de verdade, estão além do óbvio )
E tenho a felicidade de dizer que conheço várias.

Como praticar o... "se" ?
ame-se
cuide-se
respeite-se
preserve-se
na mesma proporção de reciprocidade que espera de alguém especial, de alguém que esteja além da superfície.

Imagino que alguém mais "radical" dirá... "Qual o problema de me cuidar e de querer alguém que se cuida?"
Bem, neste caso, vamos aguardar aquele dia do encontro com a amiga que tem a pergunta certa, na hora certa... tudo à seu tempo.

Cuidado no contexto, caso contrário pode sempre surgir quem imagine que ir além da superfície... deixa pra lá.

Só mais uma daquelas "cutucadas" básicas, sem direção, só fruto de muita observação.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

REDE SOCIAL... A REDE, CAIU NELA ?

        Como já disse em um dos "posts" em minha página, "rede social não é solução se não for bem utilizada".

        Você sabia que o objetivo principal da rede social era facilitar os contatos profissionais ?

        A rede social aproxima as pessoas ? Sim, com certeza, a rede social encurta distâncias, abrevia contatos, cria uma interação impensável à algumas décadas,

        Mas será que realmente sabemos fazer uso de todos os recursos, será que sabemos colocar a rede social para trabalhar a nosso favor ?

         Vamos pensar.

          PROFISSIONALMENTE.
          
          É público  e notório que vários recrutadores de empresas, vários responsáveis pelo RH, observam a conduta do candidato nas redes sociais, então, bom humor, visão política, vida social, opiniões pessoais de todo tipo devem sim ser pensadas e pesadas, pois a rede social nada mais é do que a sociedade entrando em sua casa, vivenciando "in loco" os seus passos e com alcance muito maior, já pensou nisso ? Portanto, pense bem em sua conduta nas redes sociais, pois trata-se apenas do seu universo, da sua realidade ampliada bilhões de vezes.
           Seja autêntico, e verdadeiro apenas pensando que, sua vida social real ou virtual, deve ser compatível, deve ser pautada pelos mesmos princípios, caso contrário as contradições podem tornar-se um "atraso" em sua vida.

        SOCIALMENTE.

        Existem pessoas que são socialmente aceitas no mundo virtual, mas que no mundo real não se "encaixam" , mas porquê isso ocorre ?
        Infelizmente algumas pessoas tem mais coragem, desenvoltura, são menos tímidas, quando estão sentadas à frente de um teclado, diante de todos, mas distante de tudo. ( Mas lembre-se... quando você fala na vida real, seu vizinho ouve, quando fala na rede social, seu bairro ouve... analogia pense nela ) Bom senso, só isso, toda exposição tem um preço, e nunca se sabe quem está do outro lado observando, nem tampouco quais as suas reais intenções.
        E aí... acabam sendo vistas como uma "contradição ambulante", pois postam frases de efeito, podem ser politicamente corretos ou não, podem ser radicais em suas opiniões ou não, enfim, existe todo um universo de atitudes e ações que podem fazer parte da vida virtual mas não da real, ou... vice versa.
        É preciso entender que as opiniões emitidas na vida real, se mantidas na virtual, terão seu alcance e resultados aumentados, ampliados de maneira exponencial, não e uma simples questão de receber mais ou menos críticas, mas sim de reconhecer que com um alcance maior o retorno pode ou não ocorrer. Mas o importante é, não deve ser algo escravizante.
       Seja você mesmo, jogue limpo, seja autêntico(a) em suas opiniões e tanto o real quanto o virtual poderão coexistir em harmonia,e claro... a maneira como você será visto(a) e recebido(a),
       Se você é coerente e mantém sua opinião à respeito de determinado assunto, se pauta sua conduta na vida real e virtual nos mesmos princípios, então a rede social trabalha com você, para você, à seu favor, e não contra fazendo com que morda a própria língua. (só para descontrair )
       Portanto cuidado ao julgar alguém pela rede social, se não conhece o real, acabará sendo muito injusto(a),e da mesma maneira como julgamos, podem estar nos julgando.
      Coerência e respeito...   só isso.

      RELACIONAMENTOS AMOROSOS.

      É, aqui complica.

      Aliás quando qualquer assunto toca o coração, tudo muda de proporção.
      Paixão, amor, atração... e nada disso (apesar da rima) condiz na esmagadora maioria dos casos, com a "razão".
         Você já pensou, já parou para observar no número de pessoas que você conhece direta ou indiretamente que expõe suas frustrações amorosas nas redes sociais, ou que buscam relacionamentos nas redes sociais ?
          É complicado, pois se pararmos para observar, a rede social amplia demais o leque de opções, se na vida real muitos ficam limitados ou consideram que as opções para "encontrar alguém" não apresentam diversidade ou quantidade, nas redes sociais isso se reverte, mas à que preço ? Será que a quantidade não traz também a falta de qualidade na mesma proporção ?
          Rede social não é remédio para solidão, não pode servir para determinar os rumos de uma relação, rede social é complemento, é uma ferramenta, mas uma ferramenta que demanda uma certa maturidade para ser utilizada.
       A rede social, se bem utilizada pode identificar afinidades, mas aí tudo vai depender do que você procura, lembre-se, vá sempre além da superfície.
         

        Um grande problema para equilibrar relacionamentos e redes sociais, é que a imaginação voa solta, inseguranças tomam proporções absurdas, e quem sofre com aquele "ciúme" doentio, ou quem não sabe separar passado e presente, certamente está em uma relação sem futuro.

        RESUMINDO... SE É QUE É POSSÍVEL.

        Política, economia, saúde, educação, relacionamentos... basta saber usar esta ferramenta incrível para crescer e evoluir em todos os sentidos.

        A rede social pode ser uma aliada... ou não.

        Tudo depende de bom senso, eu costumo pautar minha vida seja ela virtual ou real, em alguns princípios para que além do equilíbrio, eu seja coerente como espero que a vida seja comigo sempre, e como bem sabemos que toda ação provoca uma reação, a vida reage a nossa coerência. ( Pronto... e lá vem eles de novo, os "sinais" )

         Seja ( tanto na vida real quanto na virtual );

             - Coerente
             - Jogue limpo
             - Pratique o respeito
             - Tolerante
             - Educado(a)
         - Procure estudar o assunto, separe a paixão da razão nas discussões
         - Lembre que amizades e amores não valem tanto quanto política, futebol ou banalidades e afins
         
          Para julgar o virtual e o real, é preciso realmente conhecer ambos.

          Caiu na rede ?