sábado, 2 de junho de 2012

ATITUDES... ADULTOS E CRIANÇAS...

   Pensando bem...         resolvi colocar certas "diferenças" entre mulheres e meninas,e homens e meninos, sempre ligado as "atitudes".

    Mulheres...

       -diferenciam  aventuras de sentimentos reais
    -não tem medo de dizer "quero ficar com você" (até porque se fazem respeitar e sabem diferenciar homens de moleques)    
       -encantam com suas atitudes
       -sabem usar saltos ou pantufas
       -não são escravas de modismos 
       -buscam a maturidade que elas possuem
      -deixam acontecer "naturalmente" observam, entendem, aprendem,e assim, conquistam.
       
    Meninas...

       -adotam o famoso "a fila anda"
   -fazem joguinhos, testam sem parar suas armas de sedução
       -em meio a todo encanto, tem atitudes infantis
       -seguem o que está na moda em todos os sentidos
       -buscam aparências, veem apenas a superfície
       -não separam aventuras de oportunidades reais
       -confundem "falta de respeito" com "pegada"

   Homens...

       -admiram uma mulher que diz "quero ficar com você"
       -diferenciam mulheres decididas e as da "fila que anda"
       -buscam qualidade...
       -buscam amizade, companheirismo
       -tentam manter o encanto, surpreendem
       -dizem o que sentem, mas não são afoitos, observam
       -buscam maturidade
   -deixam o "avanço" ser mútuo, natural, não gastam energia à toa, entendem o real sentido da "pegada" 
       -sentem "orgulho" da companhia

  Meninos...

       -buscam quantidade ( as meninas da fila que anda)
      -fazem joguinhos, seduzem, conquistam, usam e somem ou fazem "propaganda"
       -depois que conquistam a transformam em "mais uma"
        -dizem o que elas querem ouvir
    -buscam sexo fácil e alguém para os momentos de solidão
        -ficam felizes em "exibir" a conquista

      Livros, revistas, programas de televisão, conselhos de amigos(as)... tudo isso seria válido se não fossem um estopim para algo muito complicado... a banalização das relações, dos relacionamentos.

        Não existe receita pronta, cada situação é única, não dá para criar um método, um guia à respeito, tem que viver, conhecer, experimentar, aprender... compreender.

              Tem que...                                 amadurecer.

        Mulheres de verdade não param em olhares ou aparências, elas vão além, elas tocam a superfície com sua experiência e observam o fundo como reage, sempre sutilmente, sempre preservando-se, elas (as mulheres de verdade) não mergulham de cabeça se a água ficar turva.

              Homens de verdade, não vão desviar o olhar na hora de dizer o que sentem, vão olhar fundo nos olhos, vão tocá-las com sutileza, e vão respeitá-las de acordo com o que sentem e entendem que seja o melhor, que seja o que realmente merecem. Isso tudo só é possível quando se busca qualidade... e se "ela" tem qualidade, vai entender isso.

                Meninas vão buscar alguém para desfilar, vão adotar a teoria da fila que anda, vão banalizar estas aproximações, e no final, quando perceberem que não fizeram a fila andar mas sim o precioso tempo, tentarão fingir uma maturidade que não trabalharam, que não possuem, para conquistar um homem de verdade, mas esta teoria tem um problema, o homem de verdade sabe separar este joio do trigo.

                 Meninos demonstrarão encanto pela fila que anda, não verão problemas em entrar na fila, mas com certeza não vão querer que a fila "pare" na vez deles, claro, não querem ser os "escolhidos" de alguém com uma fila enorme. Este tipo de "experiência" nunca será sinônimo de maturidade, mas sim de leviandade, de infantilidade, de imaturidade.

         
         Quem sabe o que quer... (Homens e Mulheres) entende que em um relacionamento, na vida real;

         Não se "ganha" um amor, isso conquista-se.

         Não há tempo perdido mas... dedicado.

        Não existem duvidas, e sim certezas.

        Não existe omissão, o jogo é limpo.

        Não se divide,  é simplesmente, uma soma.
     
        Não deixa a rotina instalar-se.

   Não confunde-se o trabalho e vida social, com a relação.

        Existem claro, muitas diferenças que não foram citadas, mas porque não exercitar um pouco o que já aprendemos com os tombos, topadas (aquela com o dedinho na quina), e no final compartilharmos isso?

         O importante é saber o que quer... o que é qualidade, eu sei, e você?

        Se está no relacionamento... boa sorte.

        Se está aberto(a) a um relacionamento... boa sorte.

     Se está observando, deixando acontecer naturalmente, não precisa de sorte, neste caso, parabéns.

     Alguns textos (abaixo) que corroboram as ideias, que complementam minhas palavras, meus pensamentos, e  ainda que simplistas, ou nem tão profundos como muitos gostariam, são fruto de observação, de experiências, de vivências... porque não dividir? Espero que dividam as suas comigo, faz parte do nosso aprendizado, da nossa evolução.






 QUANDO O PAPO É DE... "GENTE GRANDE", PODE PARECER DIFÍCIL DE ENTENDER, MAS NA VERDADE, BASTA UM POUCO DAQUELE TEMPERO QUE POUCOS POSSUEM, QUE POUCOS CONQUISTARAM E SABEM APROVEITAR, PRINCIPALMENTE EM TEMPOS DE... INVERSÃO DE VALORES. A MATURIDADE.



        

         


               

        

        

sexta-feira, 25 de maio de 2012

CRÔNICA DE UM ENCONTRO PERFEITO...



  Clique no link abaixo...

       Aumente o volume...  ( leia  com a trilha sonora e começará a fazer sentido ) de repente está só, neste caso você pode ser a sua melhor companhia, porque não? 





        Nada de seriedade nesta postagem... nada de tropeços. 

         Só uma crônica...                                        nada mais.

         Encontro... perfeito.

         Olho no olho, boca seca, as palavras parecem não sair... mas saem. A voz trêmula denuncia o nervosismo, quase como estar sentado no banco dos réus, prestes a ouvir uma sentença.

         Palmas das mãos suando, mesmo as experiências anteriores não garantem a tranquilidade no momento, afinal é um novo encontro, e ainda que não seja o primeiro, pode ser aquele encontro especial.

         Do lado de fora, a cidade continua com suas luzes frias, os faróis, os sons, os odores... mas estão lá fora, enquanto aqui, a luz fraca das velas e das arandelas, criam contornos e nuances que parecem novos, inspiradores.

         Aquele vinho especialmente escolhido, respirando agora na taça... oxigenando-se,  e novos odores e sabores.

         A mesa posta...  






         ...Cole Porter, Nat king Cole, Sinatra.

         Ao fundo, pianos e orquestras deixando os sons da cidade lá fora ao longe, e  você tem a nítida impressão de que pode virar-se e dizer... "play again Sam", e de repente, "As time goes by" surge no ar.

         Mão na mão, dançar, aquele olho no olho do começo, e o nervosismo dá lugar a algo muito mais complexo, muito mais intenso, algo que deixa o ar tão denso que quase pode-se cortá-lo, literalmente.

        Estranhas palavras, atitudes que não são usuais, musicas que poucos conhecem... mas que são tão essenciais quanto a mesa bem posta.

        Não é romantismo, não é "brega", é a moldura de um encontro de almas, e se alguém merece estas côres da paleta, côres  que irão derramar-se sobre a tela que contará a história, então começa a ficar perfeito.

        É uma situação que flui, que surge, que nasce, que simplesmente acontece. E querendo ou não, todos acabam admitindo, seria sim o encontro perfeito.

        O momento elaborado assim é sempre perfeito, e se alguém mereceu esta atenção, pode não ser o par perfeito, mas naquele momento com certeza duas almas estavam abertas ao encontro...    ou desencontro.

        Não adianta criar a situação ideal, o clima noir que acompanha a luz de velas e o vinho, se na verdade um único e fatal suspiro irá determinar se vale à pena, aquele, resultado de algo que era objeto de desejo... o primeiro beijo.

        O amor romântico não morreu, apenas caiu em desuso, fruto de uma  modernidade, que trouxe consigo a mais confusa e equivocada ideia de que saiu de moda, mas eu sei que esta é cíclica, e que um dia aqueles que conheceram uma noite assim, poderão revivê-la.

             Porque não...                                                         agora?

        Sejamos um pouco mais românticos e menos pragmáticos, doenças do coração não são fruto de amores correspondidos ou não, mas sim da falta destes. Estes, são verdadeiros exercícios aeróbicos,  aumentam a pulsação, aceleram as batidas, e o rubor vem a tona.

        Seja romântico uma vez na vida...  busque os clássicos e viva a inenarrável sensação de conhecer novas côres, novos sabores... novos amores.

         O encontro perfeito, não pode ser criado, ele surge do nada, não tem hora marcada, tampouco roteiro, ele acontece... naturalmente.

        Embora possa parecer piegas, para quem sabe o que significa este cenário, é fácil entender que independe do local, da hora, é nos olhares que se cruzam que os tons, os odores, os sons mudam, a orquestra está dentro de você. É a magica que poucos conhecem, e os que conhecem... jamais esquecem.

        Abra um vinho... nós merecemos.

      


        

           Coisas de quem tem algum tempo de praia...  

                                                       corta!


                                             THE END



        

        

domingo, 20 de maio de 2012

O NOME DO JOGO

   Qual é o jogo mais arriscado e perverso que há? Mas em contrapartida o mais... interessante?


Sedução... esse é o nome do jogo.


Mas o que seduz? Quem se deixa seduzir? 


   Como não é possível (e seria leviano) tentar advinhar o que seduz cada um, só posso me ater aos movimentos que eu conheço deste jogo.

   O que seduz... bem, complicado falar à respeito, mas entremeando o texto com alguns "insights" de textos anteriores, ao longo do caminho sempre deixamos alguns sinais, algumas pistas e isso é normal, por isso quem observa, aprende, entende(todos nós, sem exceção).


 A mulher de verdade separa aventuras de oportunidades reais, ela tem maturidade e nas suas decisões, encanta e conquista. (do texto MULHER DE VERDADE)


    A primeira coisa que eu noto quando olho para uma mulher, é a maneira como ela chega no recinto, mesmo que seja popular, se ela sabe chegar sem alarde, se ela tem aquela discrição que intriga quem a vê passar, já é interessante.


   Claro existem sempre aquelas pessoas que tem um olhar, um sorriso, algo que eu considero "magnético", e é a maneira como ela faz uso desta "arma" que vai encantar ou não.

   É sempre muito fácil separar mulheres de meninas, principalmente pelas escolhas delas em relação ao sexo oposto, é o ponto que mais salta aos olhos. Como eu sempre digo... 

"O caráter é o traço mais sútil da beleza interior, e a vaidade o mais explícito da superficialidade" (Téo Marques)


... pessoas fúteis e superficiais sempre buscam seus "pares" por afinidade, comodidade, necessidade.

   Infelizmente esta é uma máxima que torna-se cada vez mais verdadeira, mais usual, mais... comum.

   Mas devo lembrar que aplica-se tanto à homens quanto mulheres, pois as mulheres de verdade também observam, analisam e sabem que o homem de verdade vai sempre além da superfície.

 Homens e mulheres de verdade destacam-se pela maturidade,e isso percebe-se quando estes sabem olhar além da superfície...    é o que a pessoa realmente quer, não o que a sociedade espera que conta. (mas até lá muita gente acaba com o filme... "queimado" para ser politicamente correto,  e aí ?)( do texto PESSOAS FUTEIS)

    De um texto anterior extrai um trecho que exprime bem o que homens e mulheres de verdade buscam, e que acredito ser perfeito para ilustrar como se desenrola este... jogo tenso, por vezes divertido, ou quem sabe... perigoso para quem não conhece as regras.

Quando um homem  sabe reconhecer uma mulher de verdade, quando está aberto aos encontros e desencontros, ele observa, ele ouve, ele analisa... pode parecer frio, mas quando ele encontra ou ao menos imagina que possa ter encontrado uma "mulher de verdade", ele evita aproximar-se de maneira afoita, ou deixando bem claro que ele se interessou, ele vai deixar os elementos e os fatos à sua volta corroborarem ou não esta descoberta. Se ela for dona desta maturidade... desta condição especial...  só uma decisão errada poderá transformar este encontro em desencontro. E esta condição, vale para ambos. ( do texto MULHER DE VERDADE)

OBS: O trecho reproduzido acima vale para homens e mulheres.

   O nome do jogo? Na verdade pouco importa, o que vai "seduzir" é todo o contexto da aproximação, é a resposta no olhar, e principalmente a maneira como as situações se desenrolam, e quanto mais natural... melhor. Entrou no jogo? Aproveite... mas não perca tempo, lembre-se é a vida real, e existem pessoas que sempre jogam com cartas na manga.

    Se você não sabe o que quer, nem tampouco reconhece o que encontrou ou "se" encontrou algo... como pode jogar? Como pode esperar um movimento da outra parte, se você não conhece as regras do jogo?

    Na duvida a única maneira de saber se está no caminho certo pode ser um "all in", na vida o risco pode trazer mais do que decepções, pode trazer gratas surpresas.

     Vai jogar? Está Jogando? Cuidado... o respeito entre os jogadores é só mais um entre tantos predicados que só homens e mulheres de verdade possuem.
     

quarta-feira, 2 de maio de 2012

FICA O RESPEITO...

   Hoje resolvi mudar, resolvi deixar uma crônica à respeito de alguém que foi muito especial para mim.

      Na verdade fica aqui um grande pedaço de mim...               

   Todos nós temos aquele dia de "fuçar" de tentar colocar uma ordem nas coisas, nos armários, ou simplesmente tentar descobrir o que há dentro das caixas que vamos amontoando para todo lado, especialmente depois de uma mudança.

   Ao remexer velhos guardados, documentos, livros, um em especial, uma gramática antiga, uma foto caiu aos meus pés. Era uma foto do meu avô...    claro impossível não sentar no chão e lembrar de todos os bons momentos com ele. Uma pessoa sempre ativa, correto ao extremo, sempre educadíssimo com todos, de uma polidez de antigamente.

   Seus cabelos brancos, aquele tom de pele tipico dos descendentes de portugueses, ou seja "vermelho", e seu jeito calmo, tão calmo que nos enlouquecia.

   Comemorou tantas bodas com minha avó que já nem sabíamos mais que tipo de "bodas" eram... coisas de amor de antigamente, da época em que ele escrevia bilhetinhos para ela e deixava no beiral da janela, sempre indagando se aquela moça que ele sempre via ao passar, teria mais do que "dezessete primaveras".

   Morei muitos anos com eles, cuidei muito deles, e eles de mim, e ainda hoje acredito que nunca foi o suficiente, nunca o seria realmente, pois as lições de vida, os exemplos, e a vontade de ser uma pessoa boa que faça jus aos exemplos que teve, nunca será o bastante.

   Meu avô... deixou exemplos, deixou admiração, deixou lições. Ele começou a trabalhar na estrada de ferro aos onze anos, entrava as quatro da manhã, cuidava dos irmãos, cuidava de todos, de tudo, essa foi sua sina sempre.

   Meu avô nos deixou preparados para navegar em qualquer situação, nos apontava os pontos turbulentos no mapa da vida sempre que notava algum risco em nosso modo de navegar.Aprendemos os segredos do sextante, das estrelas, aprendemos a compreender os sinais, a "ler" o mar, o mar turbulento que é a vida.

   Quando ele adoeceu, já em virtude da idade, quase noventa anos, foi um choque, eu morando longe, cada vez que o via sentia um pedaço meu morrendo, definhava por dentro como ele por fora. O corpo não acompanhava o raciocínio, as vontades...   o corpo já deixava toda aquela luz que ele sempre foi, para trás... aos poucos.

   Em seus últimos momentos, ele já não estava mais acordado, estava na UTI de um hospital, e ali eu tive a comprovação de que as pessoas ouvem e sentem, mesmo ali inertes. E fica a culpa de não ter estado mais com ele antes dessa situação que faz parte da vida, sempre vou achar que faltou mais um abraço.

   Lembro que me aproximei e ao segurar sua mão que tantas vezes segurou a minha quando eu era pequeno, os batimentos se alteraram, ele de olhos fechados, respirando por aparelhos, a única coisa que eu pude dizer ao me aproximar   dele foi;


 -Vô... sou eu o Rogério, pode ficar tranquilo todo mundo está bem, eu prometo que vou ficar de olho em todo mundo como você sempre fez, como eu aprendi com você, eu vou sempre me esforçar para ser um exemplo como você, sou meio xarope mas não vou te decepcionar. Eu cuido deles vô.
  (uma conversa só nossa, alí ao pé do ouvido)

  E nesse momento escorreu uma lágrima pelo canto dos olhos dele, fechados. E os batimentos baixaram... como se ele se acalmasse.

  Num espaço curto de tempo, acho que cerca de vinte e quatro horas depois, ele faleceu.

  Eu sei que ele continua navegando, que os anos não lhe pesam mais, que algum dia, em algum porto, nos encontraremos de novo.

 Uma imagem, uma foto... e um turbilhão de lembranças de uma pessoa que sempre será muito especial para mim, lembranças de ser levado pela mão por aquele homem de cabelos brancos, que contava suas histórias de criança, e que apontava exemplos em tudo, e no final fica nítido que o maior exemplo sempre foi ele.

   Só posso pensar em uma coisa olhando esta foto... "Vô, você pode ir mas em nossos corações, fica o mais importante, em virtude de tudo o que você representou, fica o respeito."


    Lagrimas? São apenas um meio de tirar um pouco da água dos nossos porões, infiltrações do mar que é esta vida que nos cerca, por isso são salgadas. Fazem bem,  nos mantém navegando... e são inevitáveis.

      Fica o respeito...  obrigado Vô.
    

terça-feira, 1 de maio de 2012

AMORES E PAIXÕES AO LONGO DA VIDA...

    Interessante o tema, pelo menos eu achei interessante, retirei alguns dados de um programa do canal NatGeo (National Geografic), com base em estudos e estatísticas à respeito de nossa existência, de nossa passagem pela vida.

     Segundo o programa (exibido no dia 01/05/2012 as 13:00 no referido canal), existem alguns números que achei bem curiosos.                  

                                            SEXO

  Segundo as estatísticas, um ser humano que relaciona-se de maneira convencional, com parceiros fixos e em alguns casos em relacionamentos breves, tem uma média de 4.320 relações ao longo da vida.
   Levando em conta expectativa de vida média do brasileiro (65 anos),e o inicio da vida sexual ativa (à partir dos 15 anos), podemos deduzir que ao longo do ano a média de ralações gira em torno de 57 vezes ao ano (isso em vidas sexuais ativas com parceiro fixo ou não).
   Claro a frequência pode e sempre será muito mais alta no inicio de qualquer relação, e ao longo do tempo tende a diminuir, é aí que entra a rotina e o "costume" ou "habito". ( ou traduzindo... em um relacionamento o começo da rotina e o inicio do fim, algo para se pensar) 
    Bem neste ponto fica a opinião pessoal ( e claro cada um tem a sua, que eu sempre acredito, deve ser compartilhada, assim todos aprendemos ).

     Sexo... nem sempre vem acompanhado de amor, paixão, o ser humano é em sua maioria visual, mesmo as mulheres que não eram tão dependentes dos estímulos visuais passaram a observar este ponto, não sei se seria uma evolução ou uma involução, afinal, nós homens sempre fomos assim e na maioria dos casos sempre foi este o ponto final de muitas relações,  de muitos relacionamentos. 
         Não pode ser banal, não pode ser quantidade por quantidade apenas, quem tem maturidade, quem sabe que não é apenas uma necessidade fisiológica, quem compreende que envolve sentimentos, necessidades psicológicas, que pode envolver paixão, ainda que unilateralmente, entende que não pode ser usado como meio de barganha,de autopromoção, ou apenas de diversão.
         Assim como o beijo, deve ser bem pensado, bem "pesado" em face das consequências, pois se o beijo pode ser o início da química, o sexo pode ser o limite para um envolvimento emocional que mais do que paixão, torne-se obsessão. Se tem tanto valor, que seja com alguém especial, e quando for casual, que seja bem pensado e analisado,e que ambas as partes saibam que a mecânica ali envolvida, dificilmente atingirá o emocional. (acho frio e automático, mas é a realidade de um mundo de mudanças, de novos conceitos, mas que um dia cobrará seu preço, pensem nisso)
      

                                            PAIXÃO

  De acordo com o mesmo estudo, ao longo da vida o ser humano apaixona-se verdadeiramente apenas três vezes, de maneira intensa, envolvente, com toda a química que se possa imaginar envolvida.
    E por química (agora minhas palavras) entenda-se;

  a necessidade de contato, mesmo que apenas verbal, visual, aquela sensação de que a presença da pessoa seria muito boa em vários momentos, aquela vontade de ver, ou de simplesmente receber um "oi", aquele bem estar que a presença da pessoa proporciona. O coração acelera, muda a respiração, vem a vontade da proximidade, e da proximidade vem a necessidade do toque, do toque o beijo... e por aí vai, é algo que não se controla, não se domina, é o corpo querendo o aconchego da metade que lhe falta. 


                                     RELACIONAMENTOS

   O mesmo estudo aponta como média de duração de um relacionamento sério ( namoro, casamento, etc...) onze anos e meio (11,5 anos), e realmente se observarmos e pararmos para pensar, neste caso a velha sina da "crise dos sete anos" é bem provável e factível.
   Uma visão pessoal... ( e novamente minhas palavras ) e talvez simplista;   


  Toda relação, todo relacionamento tem seus altos e baixos, seus momentos de maior e menor comprometimento, seus momentos em que o silêncio diz muito, ou aqueles em que o silêncio precisa ser quebrado. Toda relação precisa de movimento, de cor, de vida, ou seja de tudo aquilo que só o toque,a proximidade, a compreensão, o companheirismo e a amizade podem proporcionar,e isso é a base do amor verdadeiro.
   Acomodar-se na relação é como buscar o fracasso, inove, renove, invente, surpreenda...e assim a "crise dos sete anos" pode ficar para trás,e se a média de apenas três paixões verdadeiras ao longo da vida for real, então elas merecem sim esta dedicação concorda? Afinal, serão raros e para que não sejam breves, devem ser bem cuidados estes momentos, para que findos, deixem boas lembranças.   
    Será que neste exato momento... você não está diante de uma destas três raras possibilidades?  Pense nisso.

    EM UM MUNDO REGIDO POR ESTATÍSTICAS, POR NÚMEROS QUE APROVAM E COMPROVAM REALIDADES NEM SEMPRE CÔMODAS, DEVEMOS BUSCAR AQUELA PARCELA, AQUELA FRAÇÃO, AQUELE PERCENTUAL DE PESSOAS QUE SABEM QUE O AMOR, A PAIXÃO, QUE UMA RELAÇÃO ENTRE HOMENS E MULHERES DE VERDADE, NÃO SE QUANTIFICA, NÃO SE CALCULA, MAS APENAS ADMIRA-SE, POIS SÃO RARAS E QUEM CONQUISTA ESTA CONDIÇÃO, DEVE SEMPRE  PERGUNTAR-SE DIANTE DE QUALQUER TENTAÇÃO... "EU PRECISO DISSO"?

     Aí separamos adultos de crianças...      nas necessidades de cada um.

     Respeite-se, e encontrará alguém que te respeita... respeite este alguém e ambos encontrarão as cores, os sabores, e tudo mais que vem com uma paixão. Amor? É só uma condição... o quente vem da paixão, se ela perece, fica apenas a desculpa para comprar cartões nas datas especiais.

      

sexta-feira, 30 de março de 2012

A ZONA DE CONFORTO...

A "zona de conforto", o que é? 
Como é?
Onde encontra-se?
Você sabe reconhecer a sua?
Você sabe reconhecer a dos outros?
A sua zona de conforto te limita?

   Zona de conforto...  espaço... limites.

   Todos nós temos esta "zona de conforto", é tão ampla que não restringe-se somente ao seu entorno, a sua realidade direta.

                           A zona de conforto no trabalho.

    No trabalho a zona de conforto traz a acomodação,e acomodar-se em qualquer circunstância ou aspecto da vida é um risco alto demais, uma aposta demasiado elevada para bancar, para pagar. A zona de conforto no trabalho instala-se quando o individuo busca passar incólume por avaliações, normalmente fazendo a parte dele e atendo-se tão e somente a ela. É aí que mora o perigo, ou seja, este "funcionário" não deseja crescer, evoluir, ascender dentro da empresa, é uma peça que se move de maneira mecânica simples,e em tempos de progresso acelerado, é como tentar manter na empresa os oficios circulando graças ao mimeógrafo e deixando de lado a praticidade da comunicação em rede... qual o mais eficiente?

 A zona de conforto social.

     Socialmente, a zona de conforto pode sim ser interessante, mas em tempos de globalização, interação acelerada, network, viver nesta zona de conforto pode ser arriscado, afinal os contatos podem interagir sempre à seu favor, e nem sempre no tocante ao trabalho, ao lado profissional. Imagine uma pessoa interessante, mas de difícil aproximação, se você vive em uma zona de conforto muito restrita neste aspecto, quais as chances de uma aproximação com esta pessoa? ( É publico e notório que com amigos em comum as chances são muito maiores) Mas se você vive nesta area restrita... o que pode estar perdendo?

A zona de conforto emocional.

      A mais complexa, perigosa, cheia de meandros e riscos, mas em compensação  a que mais pode lhe trazer satisfação pessoal, evolução, crescimento como pessoa, como individuo. 
         Normalmente após algumas desilusões, as pessoas criam esta zona de conforto,e a utilizam como meio de proteção emocional, é um escudo contra relacionamentos, contra aproximações, e isso não é saudável, é apenas uma demonstração de baixa autoestima, sim isso mesmo, baixa autoestima, afinal se esta estivesse presente, não seria necessária esta "cerca" concordam?
       A zona de conforto emocional geralmente vem precedida das palavras "estou bem só, estou tranquilo(a), estou sossegado(a) em relação  à compromisso". ( como diz a música... "mentir para si mesmo é sempre a  pior mentira" )
          Na verdade... ninguém está bem só. Apenas sente esta falsa "segurança" por não envolver-se, e não se dá conta de que pode deixar passar mais do que o tempo, pode deixar passar oportunidades reais de ser feliz, de ter bons momentos, de permitir-se.
        As pessoas que realmente vivem bem estando sozinhas, só o conseguem devido a dois fatores; ou desenvolveram uma maturidade que lhes permite analisar mais as oportunidades sem banalizar as relações, ou sentem realmente conforto em conviver com o medo da decepção (ou seja, não se arriscam).
         Todos nós vivemos numa zona de conforto emocional em algum momento, mas de repente surge algo, surge alguém, e você começa a analisar se a sua zona de conforto  é tão boa assim, tão... "confortável". Quando esta duvida surgir, saia desse cerco, respire, deixe o ar fresco entrar, muitas vezes as boas oportunidades não surgem novamente.
            Se isso aconteceu com você, se está acontecendo, esqueça convenções, dogmas, costumes, conceitos... olho no olho, é tudo o que você precisa para ter coragem de sair desta... bolha, desta redoma.


               Saia da zona de conforto...    viva. 


               A zona de conforto nada mais é do que uma acomodação que não deixa você evoluir, viver, sentir...    o que você pode estar perdendo agora? Como eu sempre digo... a pergunta ideal sempre será "porque não?"... deixe o "será?" para quem não quer  sair do lugar.
         

quarta-feira, 21 de março de 2012

TEMPO DE PRAIA...


   Tempo de praia...   

   ...se você imagina que são várias horas na areia, então com certeza tempo de praia é algo que você não tem.

   Tempo de praia, é uma expressão que faz alusão ao tempo de vida, a experiência de vida de cada um, e o importante é chegar a determinado ponto tendo a consciência de que deve gastar energia para remar uma onda, e não uma marola.

   Demora, mas aos poucos entende-se que viver é como sentar na praia esperando a onda certa, se você se preparou, buscou conhecer o que vai enfrentar,se não queimou etapas no aprendizado, com certeza vai arriscar-se, vai entrar na agua, vai...  viver.

   Se você fica na areia, esperando a onda certa, o momento certo, quando a coragem "chegar" provavelmente o por do sol vai pegá-lo de surpresa, e aí, quantas ondas deixou passar? Qual a experiência que adquiriu só... observando as ondas e a vida passarem?

   Desculpe, mas neste caso não conta como tempo de praia, mas como tempo perdido.

  Quando você vive, quando você arrisca, você começa a entender o mar, os ventos, aprende a decifrar os sinais que a paisagem a sua volta emana, aprende a ler o mar. É o tempo de praia sussurrando ao seu lado... "não pare de remar, a onda certa vem, parece que tudo parou... que está... flat, mas ela vem".

  Muitos remam de um lado, outros remam de outro,e você remando e observando, vendo as situações de risco e onde remar não adianta pois a correnteza puxa demais alí, então, é aí que o seu tempo de praia começa a fazer sentido.

  Não preocupe-se em tentar remar todas as ondas, preocupe-se em gastar energia naquela que você acredita que vale à pena, esta pode surpreende-lo, pegou a onda?

  Aqueles que assumem a "velhice" e acomodam-se na sombra, certamente o fazem porque nunca entenderam os desafios de entrar no mar que é a vida real, com seus dissabores, desilusões, frustrações mas que podem surgir cercadas  por alegrias, conquistas, vitórias. Se você preferiu não arriscar-se, com certeza não tem tempo de praia mas sim tempo na praia.

 Eu não fico na areia, por vezes entro na agua, remo minhas ondas, busco aquela sensação de flutuar sobre algo tão poderoso, tão forte, tão cheio de mistérios que é o mar, e que em nossa analogia, é essa vida louca.


  A onda pode castigá-lo, arrebentar sobre você, garantir aquele... "caldo" ou "vaca", não importa, o importante é remar de novo, tome folego e continue... é como a vida ela tenta dominar você mas isso só acontece se você permitir.

  Reme a sua onda... mais do que coragem é preciso persistência, é preciso ter fé naquele que pode lhe garantir a onda perfeita... você mesmo.
  

   Nada de novo, apenas observando a vida como ela é.

  

sexta-feira, 16 de março de 2012

A COZINHA E O RELACIONAMENTO... COMBINAÇÃO PERFEITA.

        Devo dizer que a culinária é uma paixão, sempre gostei, sempre busquei novas receitas, novas formas de montar pratos, sempre gostei de testar novos sabores, cores, toda aquela mágica que fica no ar.

           Quando alguém acompanha você neste tipo de experiência,  fica mágico, e o melhor é ver o resultado nos olhos de quem prova o que você prepara.

          Cozinhar é um ato de amor, é um ato sagrado, é um momento tão íntimo e peculiar, por isso sempre comparo a um relacionamento amoroso, difícil não comparar, afinal são as duas melhores coisas da vida.

              Preparar um prato elaborado, buscar especiarias, temperos, elementos que tragam a cor e o sabor ao prato, juntar tudo isso, inventar, testar, fazer acontecer, é realmente cozinhar é um ato de amor, é um relacionamento muito especial e que só melhora com o tempo.

                Assim são as relações, os relacionamentos amorosos, não dá para descrever como é bom surpreender aquela pessoa especial, é como apresentar aquele prato, aquele tempero especial, a satisfação que fica no ar inspira e motiva, faz com que sempre se busque o melhor.

                 Na cozinha... temos temperos, cores, odores, sabores... texturas novas, sempre uma apresentação diferente, especial, sempre uma inovação.



                  Acredito que os relacionamentos também possam ser assim, cheios de cores, sabores, temperos... sempre com a mesma base, lealdade, sinceridade, amizade, carinho, compreensão, cumplicidade...  mas de nada vale tudo isso de não houver o toque especial, a dose certa de cada um destes "temperos", sem maturidade para adicioná-los na medida certa, serão sempre ingredientes misturados. Porém, se misturados, e utilizados da maneira correta... abusando da maturidade, da experiência, com certeza qualquer experiência será  inigualável.

               Mas não adianta saber preparar tudo isso, se não souberem apreciar... !

               Na cozinha e no amor, do acido ao adocicado, do picante ao suave... tudo depende do paladar certo, na hora certa, no lugar certo.

                Pode ser um... "Sinatra" ao fundo... ou mesmo um pagode, o que vai tornar especial esta cozinha, este relacionamento é o tempero,e como é aplicado.
Sempre restará aquele toque de verdade...

                Regado a Cerveja ou a um bom Beaujolais... não importa, se for feito com amor, o sabor será inigualável, e o momento certamente... inesquecível.

              Saiba usar até o tempero mais simples, e tudo fica perfeito, e se o paladar de quem vai... aproveitar este momento for "sincero" e "sensível" como deve ser... ficará marcado.

              Não tenha medo de testar, de ousar, na cozinha e no amor o que conta é o sentimento envolvido.

               Bon apetit... 
               Enjoy it...
               Aproveite...


 " Na cozinha e na vida... é errando que se aprende, uma chamuscada ali, um pouco de tempero em excesso, depois falta um pouco... mas no final... aprende."

quinta-feira, 15 de março de 2012

OLHO NO OLHO...

        Olho no olho, nada de desviar o olhar... só o olho no olho mesmo.

          Mais do que falar, mais do que deixar no ar, o olhar deixa claro aquilo que se espera do próximo passo.

         Os olhos são a janela da alma, podem ser os espelhos da sua, podem ser as vidraças  que refletem o céu em sua imensidão azul, ou as vigias que refletem o mais verde dos mares... e até mesmo as que só deixam passar a mais negra das noites, ou seja, azuis, verdes, negros... não importa, todos refletem algo,e se refletem... cuidado com o que você projeta ou imagina.

           Existem olhares de timidez, de ansiedade, olhares apaixonados, olhares displicentes, olhares de desconforto... e é muito difícil identificá-los, é tarefa quase impossível, ainda mais quando este olhar  precede um beijo, afinal "o beijo acaba corroborando o que os olhos já conversaram" ( O BEIJO... COMEÇO DA QUÍMICA - texto deste blog).

             Nada mais complexo do que um olhar... alguns são tão hipnóticos que podem atrair para uma armadilha letal, como os insetos mais coloridos e chamativos que existem, mas que podem ser tão mortais quanto belos. São o alerta que muitos ignoram, é o canto da sereia, a febre do ouro, a hipnose de um olhar que nos desconcerta, que faz com que os mais céticos e experientes deixem o bom senso de lado por alguns instantes, e acabem cometendo velhos erros. E as vezes vale à pena errar...     com certeza.


                O olhar pode derrubar barreiras de qualquer espécie, não adianta resistir.


                    Quando estiver diante daquele olhar que te faz parar...   que te faz... suspirar, chegue mais perto, olhe fundo, o pior que pode acontecer, é o fechar dos olhos, o desviar deste olhar, mas o que fica é a sensação indescritível de que você ainda que por alguns instantes esteve alí. Se chegou tão perto... já viveu mais um pouquinho, já se arriscou mais um pouco,e este é um dos riscos que mas valem à pena nesta vida louca.

                     E não recrimine-se por aproximar-se tanto, apenas tenha consciência de que se você chegou assim, com este olhar, e houve este... "desvio", esta "negativa", foi porque a sinceridade que você quis refletir do seu olhar, jamais poderia ser tão perfeita ou ter uma imagem tão fiel à realidade do que estava envolvido, do seu olhar.

                         Sempre existirão outros olhos, outros olhares...  arriscar-se em seus reflexos é que é complicado, arriscado, difícil, mas afinal nesta vida o que é simples?  O que é seguro?

                         Olho no olho... é o que demonstra quem está pronto para viver, ver, aprender, compartilhar e dividir... e claro se puder dividir o êxtase de admirar o que a vida traz acompanhado (a) melhor não acham?

                           Se for sair agora... lembre-se, os olhares não cruzam, eles se... encontram.


                   
                          

terça-feira, 13 de março de 2012

NINGUÉM É PERFEITO... OU É? CLARO QUE NÃO...

        Ninguém é perfeito...           e não adianta procurar, ficar pesquisando por aí, não adianta, é utópico imaginar que alguém é perfeito.

            Todos nós cometemos erros, deslizes, equívocos...  erramos ao analisar determinadas situações,e o erro fica maior ainda se esta opinião equivocada for levada adiante como verdade absoluta, e nesta vida não existem verdades absolutas.

             É natural sentir-se acuado, imaginar que nada dá certo,e é mais natural ainda encontrar culpados para tudo o que não dá certo, geralmente o último suspeito é a própria "vítima" (?).

              Todos nós erramos, mas o maior erro é sempre jogar para os outros o peso de nossos erros, de nossas atitudes. Isso vale no convívio social, nas relações profissionais e principalmente nos relacionamentos amorosos, estes sim são o grande divisor de aguas quando o assunto é "dividir" a culpa,se é que alguém neste caso a divide.

                                 Socialmente falando...

          ...quem não admite que erra, sempre tem a sensação de que está excluído, é a necessidade latente de estar sempre nas listas, ou sendo chamado para todos os eventos do círculo social, mesmo que um convite seja feto em aberto, precisa ser citado, lembrado publicamente , caso contrário a infelicidade toma conta e fica aquela   sensação (falsa) de que não é bem vindo ao meio, ledo engano, e falta de bom senso. Quando chega neste ponto, sem perceber a pessoa torna-se realmente inadequada socialmente.

                            Profissionalmente falando...

              ...é a mania de perseguição, sempre tem alguém com mais chances, com contatos melhores, com mais vantagens, ou seja é o ambiente propício para quem sofre deste mal.

                                 No relacionamento...

               ...aqui o bicho pega, quando o assunto é o coração, não adianta, o desespero,a falta de maturidade, de humildade apenas agravam este quadro, esta condição, e aí... culpados surgem aos borbotões, situações que possam ser consideradas as causadoras dos problemas,e no caso de um amor não correspondido, fica para o lado oposto a certeza de que o fim ou a distância realmente são a solução. Afinal a... "paixão", estreita a visão, existe apenas um foco, uma visada,e aí o mundo a volta desta pessoa desmorona com suas atitudes sem que ela perceba. 
                  Como eu sempre digo, relacionamentos são mais complexos de se explicar, e mais simples ainda de compreender quando a maturidade permite observar por outros pontos de vista, aqueles racionais e distantes do ponto de vista de quem se envolve.

                                     O importante é...

                  Exercitar a humildade, a compreensão, a racionalidade e o amor próprio, afinal, é a falta deste último item que impede o crescimento pessoal, isso não é egoísmo, é vida real.

                           Ser feliz não é opção... é obrigação.

                  Não deposite a sua felicidade nas mãos de outra pessoa, se ela já deu mostras de que não quer este peso extra, carregue você mesmo a sua felicidade, ela vai lhe abrir mais portas do que imagina.

            Perder alguns minutos nos links abaixo não custa nada e com certeza complementa o raciocínio...   abraços.




                  Até a próxima.



terça-feira, 6 de março de 2012

A CAPA DO LIVRO...



 "Eu gosto das linhas no meu rosto... tenho que gostar claro, são minhas, bem criadas, e antes de imaginar que sejam um sinal do tempo que passou, eu imagino que são as marcas do tempo na capa de couro de um livro manuscrito... um livro que aos poucos vou preenchendo, completando, uma história na qual acrescento personagens e situações diuturnamente, um épico só meu mas compartilhado com aqueles que fazem ou fizeram parte dos meus capítulos." (T.Marques)


        Quem julga pela capa, é incapaz de compreender o conteúdo.




     A capa do livro... é assim que você escolhe a sua literatura? Bem... imaginando que seja um hábito acredito que utilize este expediente para tudo certo?

          Como eu costumo dizer e "enfatizar" de todas as maneiras, vá além da superfície, e por isso imaginei uma analogia que considero particularmente interessante.

           Todos nós somos como livros manuscritos, cada qual ao seu modo, cria seus enredos e histórias, acrescenta personagens, lugares, situações... mas cada livro é único e o enredo, bem este só quem o escreve pode determinar, se será drama, suspense, ação, terror, ou se flanará por todos estes estilos... quem sabe?

             Eu não escolho meus livros pela capa, busco conteúdo, busco algo que "prenda" a minha atenção, busco algo especial, único, se for só mais um texto que inicialmente parece inovador, mas que no final mostra-se comum, com certeza será deixado de lado.

                 Existem histórias que ficarão guardadas na memória, à época de sua "leitura" marcaram de alguma maneira, serão volumes guardados com carinho, e sempre bem lembrados.

                   Eu não sei como é o meu livro para quem observa, não sei como julgam a capa, se a julgam, ou tampouco imagino se analisam o conteúdo da mesma maneira que eu, enfim... todos estamos abertos a este julgamento.

                       Eu não me encanto com histórias simples, com textos banais, sem um enredo capaz de me prender, de me tirar o fôlego, de me... provocar.


                           Mas reconheço que em determinados capítulos, me deixei levar por enredos que aparentavam certa simplicidade, mas que no fundo eram tão complexos quanto qualquer epopéia. 

                        Só sei que escrevo a minha história, procurando ser fiel aos fatos, aos personagens que, com o passar dos anos acrescentei as minhas páginas, seja em anotações rápidas no rodapé, ou enredados na trama, isso só o tempo diz e mostra, sempre com o desenrolar natural dos fatos, dos acontecimentos.

                          Já encantei-me por brochuras bem acabadas, vistosas, mas que não tinham conteúdo... em compensação já tive gratas surpresas com capas simples, modestas, e que apresentaram um conteúdo absurdamente magnético, encantador. Mas as histórias nem sempre seguem caminhos paralelos, são as nuances poéticas desta vida.

                             Hoje não preocupo-me com a capa, com seu acabamento, depois que fechamos alguns capítulos, o conhecimento, as anotações, tudo vira uma lição,e aprende-se a não julgar o livro pela capa, e sim, pelo conteúdo que deve prender, inspirar, fazer sonhar e ao mesmo tempo  apresentar passado, presente e futuro.

                          Não importa a analogia, não importa o tipo de comparação que façamos, o importante é que fique sempre claro que bons livros completam-se, encantam, mas aqueles que sobrevivem pela capa, que trazem em seu conteúdo modismos e convenções logo ficam "esquecidos". Nunca serão marcantes.

                         Deixe um livro... ou melhor, deixe um "alguém" especial marcar a sua vida, fazer parte dos seus capítulos, e não se preocupe, independente do desenrolar da trama, sempre haverá uma moral da história. E é isso que leva a sua escrita a evoluir, a ter...  conteúdo, o mesmo que você aprende a buscar . ( quem nunca ficou curioso com aquele livro esquecido no canto da estante, ou no debaixo de uma pilha de livros, e ao folheá-lo surpreendeu-se?)


                          A dificuldade de narrar na primeira pessoa a história sempre estará presente, e como eu disse anteriormente, flanando por dramas, romances, aventuras e comédias,  o final sempre será do narrador.

                         Infelizmente se não entendeu a analogia... só posso desejar que seus próximos capítulos sejam muito produtivos, que sejam... proveitosos no aprendizado.

                                    the end


    " A mesma maturidade que encanta, afronta... não é possível agradar à todos,e tentar, além de arriscado, é imaturo."(T.Marques)


     " NÃO PREOCUPE-SE COM O CENÁRIO, NÃO IMPORTAM O CLIMA, A LUZ E TAMPOUCO A TRILHA SONORA, É NA INTERAÇÃO COM SEUS PERSONAGENS QUE TUDO ISSO GANHARÁ CONTORNOS,  NUANCES E SONS...  E COM CERTEZA SE O RESPEITO FOI A BASE DE SUA HISTÓRIA, SE A LEALDADE ESTEVE SEMPRE PRESENTE, ESTE BEST-SELLER NÃO PASSARÁ DESPERCEBIDO" (T.MARQUES) 


         Dedico o meu livro, dedico minhas mal traçadas linhas e cada capítulo que termino aos meus amigos, meus colegas, meus filhos, minha família, meus amores. 
              Obrigado à todos, espero fazer jus a participação de vocês em meu livro,e se eu faço parte dos capítulos de vocês certamente é uma honra.


                                          Téo